domingo, 16 de agosto de 2015

TIPOS DE FÉ





Em Religião, existem muitos tipos de Fé. Em linhas gerais, temos:
1º - Fé que visa à graça;
2º - Fé oportunista;
3º - Fé passiva;
4º - Fé interesseira;
5º - Fé mediúnica;
6º - Fé egoísta;
7º - Fé ostensiva;
8º - Fé ocasional;
9º - Fé volúvel;
10º - Fé superficial e caprichosa;
11º - Fé comodista;
12º - Fé farisaica.

Analisemos cada um desses tipos.

1º - Fé que visa à graça

O interesse concentra-se apenas nas graças que se deseja alcançar. Deus e o mundo ficam em segundo plano. As pessoas visam somente ao próprio bem. Sabem aproveitar-se da Fé, mas não sabem agradecer e retribuir os favores Divinos. Aproveitar-se da Fé significa colocar Deus em segundo plano, abaixo do homem. As graças se alcançam adorando a Deus. A fé que visa somente à graça, sobrevive por pouco tempo, acabando por perder-se.

2º - Fé oportunista

É a dos que se mostram indiferentes enquanto a religião que professam for desconhecida na sociedade, mas procuram participar das suas atividades quando ela se torna famosa e se expande.

3º - Fé passiva

É a daquele que vive agradecendo, dando a impressão de ter grande fé, mas não chega a pensar na salvação da humanidade, que é o objetivo de Deus. Como não há ação, por ser uma fé estritamente "Shojo", sua existência é apenas figurativa.

4º - Fé interesseira

É a das pessoas sumamente astutas, que procuram aproveitar-se da religião para fazer um negócio, ou acalentam alguma outra ambição. Quem cultiva esse tipo de fé, abandona a religião assim que verificar a impossibilidade de tirar tais proveitos.

5º - Fé mediúnica

É a dos que se baseiam na incorporação de espíritos no homem e, aceitando-a, procuram conhecer o Mundo Espiritual. Isso não é condenável, mas eles acreditam facilmente nas palavras de espíritos de baixa categoria e alegram-se com falsas predições e com mistificações. Não deixa de ser uma heresia.

6º - Fé egoísta

É a das criaturas extremamente egoístas, que fazem oferendas e romarias a entidades muito conhecidas, tendo por única finalidade receber graças exclusivamente para si. São tipos vulgares, que nunca se interessam pelas desgraças sociais e humanas.

7º - Fé ostensiva

É a daqueles que gostam de se mostrar, de receber elogios, de ser apreciados e bem falados. Trata-se de fé superficial, que não consegue desligar-se do egoísmo. Também é de baixa categoria.

8º - Fé ocasional

É a das pessoas que comparecem à Igreja quando ninguém se lembra mais delas. Tais pessoas, afastando-se, dão a impressão de abandono da Fé, mas não é propriamente isso. Elas vêm à Igreja de vez em quando, como sonâmbulas, sem ao menos saber por quê. É preferível que abandonem a Fé.

9º - Fé volúvel

Seus adeptos não conseguem manter-se numa religião. Gostam de conhecer outras e vivem sempre mudando de crença. Portanto, jamais alcançam graças verdadeiras. Não passam sem Religião, mas vivem confusos. Aceitam opiniões com a maior facilidade. Não deixam de ser infelizes.

10º - Fé superficial e caprichosa

É a fé manifestada por pessoas essencialmente caprichosas, que não conseguem concentrar-se numa religião, como no caso dos possuidores de fé volúvel. Os adeptos vivem mudando de uma para outra crença. São peregrinos da Religião.

11º - Fé comodista

Os adeptos aproveitam-se de Deus e da Fé para satisfazerem seus interesses. Assemelha-se à fé egoísta e encontra-se na maioria das organizações religiosas, entre líderes e orientadores.

12º - Fé farisaica (impregnada de falsidade)

É quando o adepto aparenta fé, mas no fundo não reconhece a existência de Deus. É o tipo que engana facilmente os outros com sua lábia. Como Deus não permite tal abuso por muito tempo, a pessoa acaba sempre por se revelar e desaparecer.

Diremos que a fé é verdadeira quando não corresponde a nenhum dos tipos que foram citados.

Meishu-Sama, 30 de agosto de 1949.



sábado, 15 de agosto de 2015

Momotaro


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Momotaro é um herói para sua nobreza de propósito e por suas proezas em batalha. Ele nasceu em um pêssego. Um casal sem filhos encontraram o pêssego flutuando em um córrego da montanha e quando o levei para casa e abriu-a, havia um menino humano minuto perfeitamente formado. Eles o chamaram de Momotaro, o que significa criança pêssego, mas é foi um pouco timidamente traduzido como Pequena Peachling. O casal olhou-o como seu próprio, e ele cresceu para ser tanto obediente e valente. As pessoas da área estavam sendo aterrorizada por um número de oni, que habitavam uma ilha e estavam fazendo incursões no continente para roubar seus tesouros.

Momotaro com a idade de quinze resolveu agir. Antes de partir para sua missão auto-imposta, sua mãe adotiva deu-lhe alguns bolos de arroz. No caminho ele encontrou um cachorro, um faisão e um macaco nessa ordem. Eles foram todos capazes de conversar com ele e uns com os outros e por sua vez se juntou a ele em sua expedição, em cada caso, em troca de um bolo de arroz. Quando o quarteto chegou à costa, eles encontraram um barco e tinha uma viagem sem complicações para a ilha do oni.

Ao desembarcar se depararam com algumas meninas que haviam sido seqüestradas e estupradas por saqueadores oni e mantidos em cativeiro na ilha. Momotaro disse-lhes que iria devolvê-los com segurança para suas famílias no continente quando ele tinha destruído seus captores.

Com seus amigos de aves e animais, ele atacou o castelo oni e mataram todos os habitantes sobrenaturais, o líder ser morto pelo próprio Momotaro em um duelo. Eles, então, libertaram todos os prisioneiros humanos que encontraram no castelo, foi buscar as meninas que tinham conhecido na aterragem, e também encheu seu barco com os tesouros roubados pelo oni. A viagem de volta foi sem incidentes ea resgatados foram devidamente escoltados para suas casas eo tesouro devolvida aos seus proprietários. Não foi o suficiente da pilhagem oni deixou para Momotaro para garantir que seus pais adotivos vivia em conforto para o resto de suas vidas. Ao que parece, o cão, o faisão eo macaco procurou apenas a glória de ajudar o jovem herói, pois, além formar um bolo de arroz cada, eles ganharam nada com a expedição.

CALIGRAFIAS QUE ATUAM EFICAZMENTE


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A caligrafia era uma das atividades desenvolvidas por Meishu-Sama. Ele caligrafava cem Imagens da Luz Divina em menos de.meia hora; no caso do Ohikari, completava esse mesmo número, entre sete e oito minutos. Ele executava centenas de caligrafias, sem demonstrar nenhum cansaço, numa rapidez extraordinária.

Além disso, a vigorosa força espiritual e física de Meishu-Sama e o pincel formavam, num harmonioso conjunto, os traços numa folha de papel branco, com surpreendente rapidez, num ritmo belo e deslizante, surgindo, assim, as palavras.

Desta maneira, não podia deixar de reverenciá-Lo e, mesmo servindo ao seu lado, sentia-me realmente um tanto confuso com essa sua energia e vitalidade.

Enquanto punha em ordem as folhas com aquelas letras negras, vivas e ainda úmidas traçadas pelo pincel molhado na tinta, não podia deixar de sentir a grande felicidade de poder receber aquelas caligrafias, das quais emanavam uma força e calor indescritíveis.

Meishu-Sama disse: "O que eu escrevo está vivo. O fato da caligrafia, traços feitos com tinta-carvão, atuar eficazmente, manifestando milagres visíveis, é, realmente, uma Arte de Deus."

O que mais me surpreendia também era a atitude de Meishu-Sama nos momentos em que caligrafava. Ele, escrevia aquelas letras com toda a sinceridade; logo, eu pensava que em tais ocasiões, Ele se sentava numa sala silenciosa, sem conversar. Entretanto, a realidade era completamente o oposto.

Meishu-Sama escrevia aquelas maravilhosas Imagens, que geravam milagres, ouvindo rádio ou conversando mas, como disse anteriormente, com incrível rapidez.

O trabalho era feito à noite, justamente nos horários que coincidiam com os dos programas radiofônicos. Assim sendo, ora Ele ouvia novelas e "rokyoku" (estória cantada), ora dava gargalhadas ouvindo comédias; também ouvia com profundo interesse, por exemplo, o programa "Niju-no-tobira".

Nas épocas quentes de verão, era também comum ficar sem camisa e, vez ou outra, levantava-se repentinamente, e tirava até mesmo a calça, ficando apenas com roupas de baixo.

Certo dia, Ele nos disse rindo: - "Desse jeito, será que não me vão confundir com o jardineiro?" - e foi embora, passando pelo jardim, só com as roupas de baixo.

Um Servidor (Reminiscências de Meishu-Sama)

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Zuiganji

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Sobre este templo, situado em Matsushima na Província de Sendai, hum Existe Ensinamento de Meishu Sama .

Matsushima sigifica "Ilhas (shima) de Pinheiros (matsu)". E UMA Pequena Cidade litorânea turística, na costa Leste-Pacífico, Ao Norte do Japão. Para o Brasileiro, FICA Fácil ilustrar Como uma japonesa "Angra dos Reis". Outrora Uma Enorme planície de arenito, foi Ao Longo dos milênios, Sendo erodida cabelo mar, Sendo that ficaram OS Pedaços Mais Resistentes Formando Uma imensidão de ilhas dos Mais Diversos Tamanhos e Formas, povoadas de Pinheiros Japoneses Que teimam em brotar, se contorcendo não agarrar e firmar naquelas pedras arenosas Verticais.

E Neste Cenário paradisíaco, a algumas dezenas de metros do mar, Que se Ergue o Zuyganji. Sobre Ele, rápido você PODE LER Uma Passagem do texto em Ingles fazer folheto explicativo Distribuído na entrada:

" nome formal do Zuiganji é Shoto Seiryuzan Zuigan Enpukuzenji e é um templo Zen. Foi fundada por Jikaku-Daishi Ennin, no período Heian (828), e foi nomeado Enpukuji. Ele originalmente pertencia à seita Tendai.

Em meados do século 13 (período de Kamakura), o senhor feudal Hojo Tokiyori teve Hoshin Shosai alterar os caracteres japoneses de Enpukuji de (Tendai seita Templo) para (Templo Zen), mas a pronúncia ainda permaneceu o mesmo, Enpukuji.

O templo prosperou durante o período Kamakura e Muromachi sob a proteção do governo central, mas diminuiu durante as guerras feudais entre 1447 e 1600. No início do período Edo (início do século 17), Enpukiji foi revivido pelo senhor feudal Date Masamune.

Em 1604, começou a reestruturação Masamune do templo. Madeira de qualidade, como ceadr, foi trazido de Mt. Kumano en Prefeitura de Wakayama e todos os melhores carpinteiros foram recolhidas a partir de Kyoto e Wakayama (Negoro). A entrada e corredores do edifício principal ea cozinha Zen (Kuri) já foram designados como bens culturais nacionais importantes.

Em 1636, em seu leito de morte, Masamune confiou o monge cabeça famoso Ungo-Zenji para assumir o seu trabalho e continuar a desenvolver o templo. Em meados do período Edo, mais de 30 templos foram construídos, incluindo Entsu-in, Yotoku-in e Tenrin-in. Matsushima foi reconhecido oficialmente como uma "Temple-Town".

O famoso poeta Matsuo Basho Haiku ficou tão impressionado com as paredes douradas dentro do templo que ele escreveu o poema "Konpeki sogon hikari o kagayakashi" como um tributo. Claro, depois de 360 anos de uso e desgaste nas paredes tornou-se muito cansado, por isso, em 1985, um projeto de 10 anos para restaurar e preservar-lhes, começou. Este foi completada em 1995. "

FORMAÇÃO DO MUNDO NOVO

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Conforme venho esclarecendo, a nossa Igreja é uma religião que abarca todos os campos da atividade humana e que poderia ser denominada Empresa Construtora do Novo Mundo. Entretanto, como isso pareceria fachada de alguma construtora civil, o jeito é chamá-la, por enquanto, Igreja Messiânica Mundial. O objetivo dessa organização religiosa é o progresso e desenvolvimento da civilização conciliando a ciência material e a ciência espiritual.

Sabemos que o conhecimento científico caminha velozmente, ao passo que o espiritual, baseado na Religião, caminha desesperadamente lento. A religião conservou seu estado inato, sem alcançar muito progresso, desde o início da civilização, há milhares de anos. Isso explica a grande distância entre ela e a Ciência. Esta última veio a destacar-se, e a parte espiritual distanciou-se a ponto de desaparecer da nossa vida. Por fim, o homem tornou-se indiferente ao espírito, chegando a confundir Ciência com Civilização. Ele se ajoelha diante do trono da Ciência e se satisfaz na sua condição de escravo. Este é o aspecto do mundo moderno. Por acaso o homem não prova isso entregando nas mãos da Ciência o que ele tem de mais precioso, que é a vida? Embora ela não consiga garantir a vida humana, os homens modernos não o percebem e continuam depositando-lhe cega confiança.

Deus compadeceu-se dessa cegueira e está procurando orientar o homem através de nossa Igreja. Por meio da realidade, o Todo-Poderoso revela que a vida não pertence à matéria, que apenas ela é invisível aos olhos humanos, mas possui existência absoluta sob Sua direção. A melhor prova consiste no fato de que pessoas desenganadas pela medicina são salvas freqüentemente pelo Poder Divino.

Surge, então, a seguinte pergunta: “Por que uma questão de vital importância, como a vida, permaneceu na obscuridade?” Efetivamente, isso ocorreu pela necessidade de impulsionar a cultura científica até certo ponto. Tal acontecimento faz parte da Providência Divina; é um fenômeno passageiro, proveniente da época e, na sua fase transitória, levado ao exagero. Mas Deus corrigirá tal exagero. Como Ele esclarece, nitidamente, o limite entre a ciência material e a ciência espiritual, esta acertará os passos com a primeira, progredindo e desenvolvendo-se até constituir-se um mundo realmente civilizado. Em resumo, o mundo presente termina aqui para dar origem a um novo mundo.

Meishu–Sama em 30 de julho de 1952

Extraído do Livro Alicerce do Paraíso, vol. 1

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Kanagara Tamatihae Masse

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Através desta frase, fazemos uma oração especial em que prometemos cumprir a vontade de Deus, obedecendo-lhe as ordens (Kanagara); pedimos também o fortalecimento e a amplição da nossa alma (Tamatihae masse).

Esse pequeno trecho é, na verdade, o resumo que traduz a essência do Amatsu Norito. Assim, em momentos de urgência ou em horas de grande perigo, pode-se rezar somente essa parte, curta e rápida.

É bom também repeti-la muitas vezes durante o dia, pois assim estaremos pedindo que a Luz de Deus nos envolva para que a nossa alma se expanda. Parece incrível, mas poucas pessoas têm idéia de que muitas vezes a alma fica pequena, não consegue ampliar-se porque está envolta em nuvens espessas. Somente depois de serem eliminadas é que se torna possível o aumento da nossa centelha divina, bem como o surgimento de condições para que a aura de cada um de nós se torne mais compacta.

MÉTODO PARA A MULHER SE TORNAR MAIS BELA

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A beleza feminina pode ser classificada em três grandes tipos: artificial, natural e sensível. Beleza artificial é a que se obtém artificialmente, através do uso de cosméticos. A beleza natural é decorrente da saúde; nesse caso, a pessoa é corada e tem muita vivacidade. Beleza sensível é a beleza de coração; ela atrai o nosso respeito e estima, e não podemos deixar de ter afeição pela pessoa. Atualmente, as mulheres procuram mostrar-se mais belas usando cosméticos em profusão, como pó de arroz, "rouge", batom, etc.; agem assim porque se esquecem de que há outras maneiras de ficarem bonitas, além da artificial.

Existe um método para a mulher se tornar realmente bela sem precisar dos cosméticos caríssimos que vem usando hoje em dia. Trata-se da purificação do sangue, através da qual se obtém a beleza saudável, que é a verdadeira beleza.

Muitas mulheres da atualidade apresentam pele enrugada, sem brilho, sem vida, como a das pessoas idosas, e, além disso, com uma coloração azulada, dando a impressão de estar inchada.

Isso é uma consequência da larga utilização de remédios. Na tentativa de esconder tais imperfeições, elas usam cosméticos indiscriminadamente. É evidente, porém, que, se os seus corações não forem belos, não se poderá dizer que a sua beleza seja verdadeira. Aí se nota a importância da fé. A prova é que as pessoas que ingressam em nossa Igreja adquirem, com o passar do tempo, uma beleza que as torna, às vezes, irreconhecíveis.

Meishu-Sama, 3 de setembro de 1949