sexta-feira, 21 de agosto de 2015

" O kutsuki , o Mausoléu de Meishu Sama

okutsuki.jpg (22.670 bytes)


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O texto reproduz na íntegra Abaixo E COMENTÁRIOS SEM, o folheto explicativo Distribuído em Hakone não Mausoléu de Meishu Sama, datado e assinado. Alterei APENAS Onde aparecia "Mokiti Okada" ou Simplesmente "Okada", that substituí por "Meishu Sama".



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Meishu Sama nasceu em Tóquio em 23 de dezembro de 1882. Durante os primeiros anos da vida adulta, ele era um homem de negócios bem sucedido. Quando, com a idade de 44, ele aprendeu de sua missão divina através de uma revelação, ele abandonou seus interesses comerciais aos seus empregados e dedicou o resto de sua vida à criação de um mundo ideal.

Meishu Sama, desde que o conceito básico e planos detalhados para a criação do mundo da verdadeira civilização. Ele começou a trabalhar na construção de um protótipo do paraíso na terra, wich formariam o núcleo desse conceito. Em 1944, Meishu Sama mudou-se para Gora, Hakone. Lá, ele começou a trabalhar na construção de Kanzantei , a peça central do protótipo Shinsenkyô. Kanzantei foi concluída em 15 de junho de 1953.

O protótipo Shinsenkyô foi concluído em 30 anos, a duração limitada mas precioso da missão divina de Meishu Sama, para wich ele foi trazido até nós - promulgação do Plano Divino para a criação de um mundo ideal. Meishu Sama apressou-se a completar o trabalho de construção em outros protótipos, Zuiunkyô em Atami e Heyankyô em Kyoto. Infelizmente, Meishu Sama nunca viu os protótipos concluídos, uma vez que sua missão nesta terra terminou quando ele tinha 73 anos, em 10 de fevereiro de 1955.

No Kanzantei , Meishu Sama demonstrou o conceito básico para a criação da verdadeira civilização, e criou sua fundação. Sua residência espiritual é o Komyo Santuário , de onde ele supervisiona o avanço do Plano Divino Mundial. Seu corpo foi colocado para descansar aqui no Okutsuki Mausuleum .

Durante sua estada na Terra, Meishu Sama afirmou que o túmulo une o mundo físico com o mundo espiritual. Assim, o Mausoléu Okutsuki conecta aqueles de nós que habitam no mundo físico, os membros de Toho-no-Hikari e MOA, com Meishu Sama, que reside no mundo espiritual.

Okutsuki situa-se entre o Monte Kamiyama wich, como Meishu Sama instruído, é o centro do mundo, e seu protótipo, Shinsenkyô . Ele designou o local como sua residência eterna. Meishu Sama ensinou-nos que cada local cumpre o seu papel específico. Tomamos as suas palavras ao coração, e construiu seu mausoléu neste mais adequado, lugar sagrado.

Quando nos propusemos a construir este mausoléu, encontramos obstáculos formidáveis. Este é um espaço cênico designado pelo governo, e, portanto, sujeita a muitas restrições. No entanto, as autoridades aderiram à fervoroso desejo dos seguidores de Meishu Sama para honrar suas instruções, eo mausoléu foi concluída.

Anteriormente, o local era uma área arborizada densa, mas 2.000 caminhões de terra foram trazidos, e 1.200 voluntários e 555 profissionais começaram a trabalhar. A construção do mausoléu Okutsuki foi concluída depois de apenas três dias e noites de trabalho no frio amargo.

Desde maio de 1989, a nossa organização passou por uma série de reformas radicais. Uma delas foi a elevação de nome divino de Meishu Sama de Oshiemioyanushi-no-kami de Meishu-no-mikami , o Salvador do mundo eo mais exaltado de divindades.

Shinsenkyô , o protótipo do paraíso na Terra, também foi revitalizado em conformidade com os desejos de Meishu Sama.

Depois de Meishu Sama partiu de sua terra, a nossa organização comprou adjacente parcelas de terra em sucessão. Consequentemente, as terras sagradas nos arredores de Okutsuki estão unidos diretamente com o groundsof sagrado Shinsenkyô , wich está localizada imediatamente abaixo Okutsuki .

Okutsuki foi concluído imediatamente após o falecimento de Meishu Sama. No entanto, devido à expansão subsequente das terras sagradas, temos embarcou em um grande projeto de renovação. Nosso objetivo é fazer com que Okutsuki um lugar que está em sintonia com a espiritualidade do Salvador, Meishu-no-mikami , eo centro de nossas terras sagradas.

O trabalho de renovação iniciado em Outono de 1997, e foi concluída na auspiciosa ocasião da Komyo Service, graças aos esforços incansáveis ​​de todos os envolvidos.

Junto ao túmulo de Meishu Sama é a sepultura de sua esposa, Yoshi, sua esposa e companheira ao longo da vida.

10 de fevereiro de 1998 Toho-no-Hikari . MOA Internacional "

O mal e os espíritos protetores


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Como já vimos no capítulo anterior, embora o mal, até agora necessário, se tenha tornado desnecessário, não é fácil expulsá-lo. No plano de Deus concernente a este ponto, há algo de muito sutil e delicado. Isto será pouco a pouco explicado. Antes, porém, é preciso conhecer a constituição do cosmos.

No centro do Universo, existem três massas flutuantes: o Sol, a Lua e a Terra. O Sol é formado pelo elemento fogo; a Lua pelo elemento água, e a Terra, pelo elemento solo. Estes três elementos possuem características e forma de manifestação próprias. As energias provenientes do elemento fogo e do elemento água unem-se para formar a atmosfera ao redor da Terra e promovem o nascimento e o desenvolvimento de tudo que existe no mundo.

A sua forma existencial sobre a Terra está separada em “yin” (negativo) e “yang” (positivo). Isso quer dizer que o espírito do fogo é “yang”, e o espírito da água é “yin”. O fogo arde na vertical, e a água flui na horizontal. O vertical e o horizontal, entrelaçados, estão em movimento. Esse é o estado em que partículas ultramicroscópicas, além da imaginação, cruzam-se acima da Terra, até certa altura, formando as camadas de ar ou a própria atmosfera. A natureza do “yang” e do “yin”, em sua forma concreta, evidencia-se em fogo e água, calor e frio, dia e noite, claro e escuro, espírito e corpo, homem e mulher, etc.

Em termos de bem e mal, o “yang” é espírito e é bem; “yin” é corpo e é mal. Nesse sentido, o bem e o mal constituem uma antítese. Este é o aspecto básico da Grande Natureza.

Esse princípio também poderá ser compreendido observando-se o homem. O corpo humano está constituído de dois elementos: corpo físico, visível, e espírito, invisível. O corpo e o espírito têm uma relação intima e inseparável; o homem consegue manter a vida graças à energia vital gerada pela união de ambos.Contudo, existe uma lei: o espírito é principal, e o corpo é secundário. Isso está muito bem evidenciado pelos fatos reais. Quando surge a vontade na consciência, que é o cerne do espírito humano, ela ordena ao corpo e este passa a agir. Está claro, portanto, que o espírito é a essência e o regente do homem. Mas por que razão o espírito cria maus pensamentos? Como este é o ponto focal, será minuciosamente examinado. A explicação, porém, terá de ser necessariamente religiosa, porque a questão do bem e do mal é uma questão da consciência.

O homem está constituído de espírito e matéria, mas a ciência, que toma por base apenas o corpo físico é deficiente e unilateral, por maior que seja seu progresso. Por isso está mais do que claro que não se trata da Verdadeira Ciência. Ao contrário dela, a nossa é fundamentada na relação entre ambos, o espírito e a matéria. E o que poderia ser isto se não a Verdadeira Ciência? Assim, a questão do bem e do mal está na consciência, ou seja, no espírito. Se estudarem cuidadosamente a tese que eu desenvolverei daqui a diante baseada na Verdade da Lei do Espírito Precede a Matéria, tenho certeza de que a compreenderão perfeitamente.

Em primeiro lugar, tratarei do nascimento do ser humano. Não é necessário dizer que a concepção, em sentido material, significa que um espermatozóide masculino penetra no óvulo feminino e o fecunda. No sentido espiritual, é uma partícula do espírito de Deus tornando-se uma alma, que ali se instala. Quando o bebe nasce após a fase de gestação, outras duas almas aproximam-se da primeira e aí se estabelece uma ligação entre as três. Uma dessas duas almas é um espírito de animal, denominado “espírito Secundário”; geralmente ele encosta entre as idades de dois a três anos. A outra alma é denominada “Espírito Guardião”; sem encostar, ele fica sempre junto da pessoa, com a função de protetor. Essas duas últimas almas não se separam do homem durante toa a sua vida terrena, razão pela qual se pode até dizer que o homem é a conjunção dessas três almas.

A alma que se aloja em primeiro lugar chama-se “Espírito Primordial”; é a própria Natureza Divina e é também a própria consciência do bem. Eis porque se diz, desde os tempos antigos, que o homem é bom por natureza. O Espírito Secundário, ao contrário, é o próprio mal, por isso está em constante luta com o Espírito Primordial; isso é fácil de ser compreendido por qualquer pessoa; bastando que ela analise o seu interior. O “Espírito Guardião” é selecionado entre os antepassados, e está constantemente junto da pessoa. Sua função é protegê-la de tudo que possa levá-la a infelicidade: acidentes, perigos, doenças, más ações, preguiça, depravações, etc. Pressentimentos, sonhos premonitórios, empecilhos, desencontros, as coisas não correrem bem ou escapar-se de um desastre em razão de não se ter conseguido embarcar num veículo por um motivo qualquer, ou ainda quando algum incidente impede a pessoa de aproximar-se de algo nocivo, tudo isso é resultado da ação do Espírito Guardião.

O Espírito Primordial e o Secundário estão em constante luta; se o Primordial vence, o bem é praticado, mas se o secundário vencer, o mal é cometido. Por conseguinte, o homem é um ser de natureza intermediária entre Deus e a besta. Elevando-se, torna-se semelhante a Deus; degradando-se, torna-se semelhante ao animal. O mundo nos oferece claros exemplos disso.

Que espécie de espírito é o Espírito Secundário? Nos homens japoneses, são principalmente espíritos desencarnados de “tengu” (Ser misterioso que habita as montanhas. Tem forma humana, asas, rosto vermelho e nariz comprido, sendo possuidor de poderes espirituais extraordinários. Porta sempre um grande leque É orgulhoso e amante de discussão e jogo) , serpentes, texugos, cavalos, cachorros e aves entre muitos outros. Nas mulheres japonesas, são principalmente os espíritos desencarnados de raposas, serpentes, gatos, aves, etc. Além do Espírito Secundário, outros espíritos poderão encostar temporariamente. Talvez os homens da atualidade não acreditem em “tamanhas bobagens”. Contudo trata-se da pura verdade, sem um pingo de erro, e quem não consegue aceitá-la é porque está preso à superstição materialista. Uma vez eliminada essa superstição, poderá compreendê-la imediatamente. O ser humano expressa, sobretudo, as características do espírito do animal encostado nele. Basta um olhar atento para que todos possam percebê-lo. Os espíritos que se encostam temporáriamentetambém são quase sempre de anomais. Algumas vezs, entretanto, o indivíduo é possuido pelo espírito desencarnado de outro ser humano e, mais raramente, pelo espírito de uma pessoa viva.

Mas por que esses espíritos se encostam temporatiamente? O encosto deve-se ao estado de impureza do espírito da própria pessoa. Quanto mais máculas ela tiver, mais fácil será o encosto do espírito do mal. Com isso ocorre o fortalecimento do Espírito Secundário, e sem querer a pessoa passa a praticar o mal. A maioria dos homens da atualidade está com os seus espíritos extremamente maculados, de modo que os espíritos do mal encontram muita facilidade de encostar e agir, o que faz aumentar a incidência de crimes e delitos. Ao contrário, nos homens que tem fé em Deus as máculas são poucas; eles gostam de praticar o bem porque a sua alma está mais pura e tem força para dominar o mal. Nesse ponto é que reside o valor da fé. Há pessoas que, no cotidiano, são boas, mas, como não tem fé em Deus, estão sujeitas ao encosto de espíritos malignos a qualquer momento; pode-se dizer que, de uma certa forma, são indivíduos perigosos. Por conseguinte, para concretizar uma sociedade melhor, não há outro caminho senão aumentar o número de possuidores de almas limpas.

No seu estado original, a alma é uma espécie de corpo luminoso; essa luz é muito temida pelos espíritos de animais. Hoje em dia, porém, a alma da maioria dos homens está maculada, o que facilita sobremaneira o encosto do espírito de animal. O homem é manipulado para macular-se ainda mais, e por isso é muito lógico que a sociedade esteja indo de mal a pior. As autoridades, desconhecendo totalmente estas verdades, procuram impedir o mal somente por meio de leis e sanções penais. Como essas medidas estão totalmente fora do ponto vital, são ineficazes, não passando de simples paliativos. A melhor ilustração disso está naDieta (Congresso Nacional do Japão). Quase todos os projetos de lei apresentados visam a introduzir emendas e complementações nas leis, o que não passa de fabricação de remendos.

Pelo exposto, julgo que, em linhas gerais, devem ter compreendido o que seja o mal. Assim torna-se claro que, para solucionar a questão radicalmente, não há outro caminho senão a fé. Como alvo de adoração, há deuses de nível superior, médio e inferior, abrangendo cento e oitenta e uma hierarquias. Ao mesmo tempo, existe distinção entre divindades e demônios, mas é muito difícil distingui-los. Muitas pessoas, a despeito de sua fervorosa fé, não recebem graças imediatas; suas doenças não são curadas e sua conduta não é recomendável. Isso acontece porque o poder do deus que elas adoram é fraco, e não consegue impedir a atuação dos demônios. O problema é que, ao constatar essa realidade, as pessoas rotulam tais crenças de “baixa superstição” e julgam que todas as religiões, mesmo as justas, são iguais às outras.

Na Antigüidade, os homens, de modo geral, consideravam sublimes todos os deuses, sem saber que existem diferenças entre eles. Isto foi muito perigoso. Até agora, os deuses, ou seja, as divindades eram de segunda hierarquia. Como o seu poder era fraco, nas ocasiões de confronto entre as divindades e os demônios, o mal levava vantagem, mesmo que temporariamente. Ao observarem isso, os homens ficaram deslumbrados como o mal e procuraram seguí-lo. Especialmente os mais ambiciosos e capazes trilharam esse caminho, como bem demonstra a História, onde se registra a passagem de muitos heróis e personagens bem sucedidos durante algum tempo. Entretanto, todos eles, sem exceção, fracassaram, não conseguindo alcançar seus objetivos. Analisando espiritualmente, todos esses casos foram encosto de “Chefões” do mundo satânico. O interessante é que, no inicio tudo corre às mil maravilhas, e todos ficam exultantes; mas isso só acontece até certo ponto. Esses personagens sempre malogram, jamais alcançando seus propósitos. Quando isso ocorre, o espírito encostado abandona logo a pessoa. O Kaiser, Mussolini e Hitler são exemplos relevantes. Depois de ver malogrados os seus intentos, eles ficaram como que abobalhados, parecendo ser outras pessoas. Isso sempre acontece, após o afastamento de um grande demônio.

O fato mais espantoso nisso tudo é que o chefe supremo do mundo satânico elaborou há mais de dois mil anos, um plano minucioso e a longo prazo para alcançar a hegemonia do mundo, e até hoje continua atuando furtivamente. Entretanto, o mundo dos deuses também está lutando contra isso. São deuses da linhagem de Cristo, Buda, Maomé, Kunitokotati-no-Mikoto. Deus, o Senhor do Universo, veio impulsionando a cultura mediante a oposição e o confronto entre as divindades e os demônios. Como resultado, chegou-se atualmente a uma situação em que os demônios venceram até 99%. Mas agora, finalmente, Deus, o Senhor do Universo manifestará a diferença do poder de 1%, isto é, a Sua Onipotência, para fazer naufragar de vez o audacioso plano elaborado por eles. esta é a batalha que será travada entre 1% (onipotência)(Ichirin) e 99% (prepotência)(Kobukurin) e da qual se está a apenas um passo. Por conseguinte, quem conseguir apreender esta verdade, não poderá deixar de despertar plenamente.

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"A Criação da Civilização",

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

AS CINCO INTELIGÊNCIAS



Existem vários tipos de Tie (inteligência). Podemos classificá-las em cinco grandes categorias, numa escala gradativa a que denominei os cinco Chi.

Sin-chi, ou Tie Divino, é a suprema inteligência. Seguem-se pela ordem, Myo-chi (inteligência búdica ou intuitiva), Ei-chi (sabedoria), Sai-chi (inteligência superficial) e Kan-chi (astúcia ou inteligência maléfica).

Sin-chi, a suprema inteligência, não pode, normalmente, ser alcançada por indivíduos comuns. Somente os homens especialmente incumbidos de uma importante missão divina, recebem esse Tie de Deus. Os antigos chamavam de inteligência humana o saber adquirido por meio do estudo ou da experiência, e denominavam Sin-chi (inteligência divina) o saber que não é aprendido.

Myo-Chi é a inteligência búdica ou intuitiva. Considerada em relação a Sin-chi que é Tie masculino, pode-se dizer que Myo-chi é uma inteligência feminina.

Ei-chi é a inteligência dos sábios. No budismo, denomina-se Tieshokaku ou simplesmente Tie. Hoje em dia, raras são as pessoas dotadas desse tipo de inteligência, devido à perversão das idéias e pensamentos, o que dificulta o discernimento correto.

Quando, por exemplo, políticos e eruditos se reunem para discutir algum problema, perdem horas e horas quebrando a cabeça para encontrar uma solução. Quando o problema é um pouco mais complexo, dezenas de cabeças se reunem durante dias seguidos para longos debates e discussões, mas nem assim conseguem chegar facilmente a uma solução. Isto prova como está embotado o trabalho cerebral.

Pensem, porém, que todo e qualquer problema, seja ele qual for, tem apenas uma solução, nunca várias soluções. É verdadeiramente lamentável que, para encontrá-la, se desgastem tantos cérebros durante dias e dias, simplesmente por falta de Ei-chi. A falta de Ei-chi resulta de um cérebro nebuloso. O cérebro nebuloso resulta da perversão do pensamento. A preversão do pensamento resulta de uma crença fervorosa no materialismo. A crença fervorosa no materialismo resulta do não-reconhecimento da existência de Deus. O não-reconhecimento da existência de Deus resulta da falta de uma religião que inspire a fé em Deus. Pode-se dizer, portanto, que a religião que patenteia a existência de Deus é uma religião viva.

A necessidade de exprimir-me de modo tão prolixo sobre o assunto deve-se à deterioração do cérebro do homem contemporâneo. Quem possui Ei-chi pode encontrar em poucos minutos, ou em algumas dezenas de minutos, a solução de qualquer problema. Sempre digo aos meus discípulos que limitem o debate de uma questão a 30 minutos ou, no máximo, a uma hora. Se durante esse período não tiverem encontrado a solução, é preferível protelar a reunião ou consultar-me diretamente. Via de regra, costumo encontrar em poucos minutos a solução dos mais difíceis problemas. Quando não encontro tão rapidamente, deixo a questão de lado, sem forçar. Assim, não tarda a surgir em minha mente, como um lampejo, a solução inspirada.

Sai-chi é uma forma superficial de inteligência. Embora as idéias apresentadas por tais indivíduos pareçam muito boas num primeiro momento, acabam infalivelmente revelando falhas que fazem os outros perder a confiança. Em suma, pode-se dizer que é uma inteligência tola, lenta e inferior.

Kan-chi é a inteligência maldosa, muito comum entre os intelectuais e as classes dirigentes, razão por que a sociedade não pode melhorar. Somente com a aniquilação desse Tie maligno poderá surgir uma sociedade pura e alegre e uma nação digna. Mas haverá algum meio de aniquilá-lo? Não é difícil, basta destruirmos sua raiz. Isto, porém, é impossível sem uma poderosa atividade religiosa que consiga despertar a crença na existência de Deus.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

JOHREI on line - A Mão que elimina o sofrimento do Mundo!



Origem da Foto

A Mão que elimina o sofrimento do Mundo!

Em 22 de junho de 1952, o Editor-chefe de um importante periódico francês realizou uma entrevista a respeito da missão a que Meishu Sama se dedicava na Terra.

Nessa ocasião, o jornalista quis fotografar também a mão de Meishu Sama para, mais tarde, publicá-la sob o título: "A mão que elimina o sofrimento do mundo".

Tendo recebido imediatamente a aquiescência do Mestre, a foto foi feita. Na verdade, com essa permissão, Meishu Sama estava manifestando o desejo de que mais um canal de Luz fosse oferecido a quem busca o caminho da verdade.

Foi com a intenção de tornar pública essa vontade especial de Meishu Sama que a foto foi colocada, ilustrando a capa.



terça-feira, 18 de agosto de 2015

A harmonia e os seus significados


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O ikebana quer transmitir a idéia de crescimento contínuo na vida e vitalidade. O ikebana deseja alcançar a recriação do crescimento floral, baseando-se na importância da linha, ritmo e cor. É importante citar que os ocidentais dão maior importância à quantidade e cores do material, apreciando a beleza das flores; já os japoneses dão ênfase à linha do arranjo, desenvolvendo a arte com objetivo de incluir hastes, folhas, ramos assim como flores.

A haste principal é que forma a linha central do arranjo, chamado de “Shin”, e simboliza o Céu, devendo-se escolher o exemplar mais forte que o arranjador tiver em mãos.

A haste secundária ou “Soe” representa o Homem, parte da linha central é colocada de maneira a produzir o efeito de crescimento lateral, devendo ter cerca de dois terços da altura da haste principal.

A haste terciária ou “Hikae” simboliza a Terra. É a mais curta e é colocada à frente ou ligeiramente no lado oposto ao das raízes das duas outras.

É de grande importância a posição correta de cada haste, podendo-se acrescentar flores para preencher o arranjo. Todas são colocadas de forma firme no recipiente, para dar a impressão de que crescem de uma mesma haste. A escolha do recipiente é muito importante, pois a disposição do arranjo dependerá muito do tamanho, profundidade e largura desse. Após a escolha do material e das plantas, o passo seguinte é a poda, para adaptar a flor, ramo ou galho ao arranjo.

São empregados recursos físicos e químicos a fim de manter as flores frescas e vivas. O Mizukiri ou corte da haste em água é o mais simples, evitando a exposição ao ar da extremidade podada da haste, evitando a deficiência de sucção de água pelas plantas.

O recurso químico é a utilização de um pouco de ácido clorídrico ou sulfúrico, que diluídos em água, irão refrescar e dar vitalidade às plantas. Outro recurso é esfregar uma pitada de sal na extremidade das hastes. Para obter maior equilíbrio e firmeza, o arranjador poderá fazer uma curva na extremidade da haste ou ramo, devendo torcê-la com cuidado, utilizando ambas as mãos para evitar que se quebre.

Os princípios básicos da arte do ikebana são respeitados e preservados. Poderão existir diferenças de opinião e concepção dependendo das escolas de arranjo floral, mas os princípios básicos são comuns a todas elas.


Os estílos de Ikebana

RIKKA

Foi no século VI que os primeiros grupos florais foram vistos, em ambos os lados dos altares dos templos budistas. Tendo por intuito harmonizar-se com a imponência de prédio do tempo, eram chamados de “Rikka”, que significa ” flores eretas”, pois as extremidades de seus ramos e flores apontavam em direção ao céu, tentando indicar a Fé.


Este tipo de arranjo Rikka era complicado, mas foi se tornando flexível pouco a pouco, e era a forma de arranjo predominante nos templos e palácios, até o estabelecimento do governo Kamakura no fim do século XII.

A montanha sagrada de todos os devotos do Budismo é chamado Shumisen, simbolizando o universo, e os arranjos Rikka surgiram com o intuito de serem dispostas de forma a simbolizar esta montanha.


Formas de representação:

Materiais de plantas: para representar diversos objetos naturais.

Crisântemos brancos: representam as águas do rio e pequenos córregos.

Ramos de pinheiro: simbolizam rochas e pedras.

Colocação de plantas em seus lugares apropriados: representam a luz solar, sombras e cores de cada estação, dependendo desta colocação.

No arranjo Rikka sempre existirá um pinheiro, no centro do vaso. O pinheiro representa a beleza da paisagem japonesa, presente nas praias arenosas ou de montanha, principalmente nos cenários montanhosos de Kyoto. Depois do pinheiro, outras árvores utilizadas para o arranjo Rikka são: cedro, bambu e ciprestes.

Antigamente era muito utilizado para datas festivas e cerimoniais, mas atualmente não é muito empregado.

O arranjo clássico

Foi no século VI que os primeiros grupos florais foram vistos, em ambos os lados dos altares dos templos budistas. Tendo por intuito harmonizar-se com a imponência de prédio do tempo, eram chamados de “Rikka”, que significa ” flores eretas”, pois as extremidades de seus ramos e flores apontavam em direção ao céu, tentando indicar a Fé.

Este tipo de arranjo Rikka era complicado, mas foi se tornando flexível pouco a pouco, e era a forma de arranjo predominante nos templos e palácios, até o estabelecimento do governo Kamakura no fim do século XII.

A montanha sagrada de todos os devotos do Budismo é chamado Shumisen, simbolizando o universo, e os arranjos Rikka surgiram com o intuito de serem dispostas de forma a simbolizar esta montanha.

Formas de representação:

Materiais de plantas: para representar diversos objetos naturais

Crisântemos brancos: representam as águas do rio e pequenos córregos.

Ramos de pinheiro: simbolizam rochas e pedras.

Colocação de plantas em seus lugares apropriados: representam a luz solar, sombras e cores de cada estação, dependendo desta colocação.

No arranjo Rikka sempre existirá um pinheiro, no centro do vaso. O pinheiro representa a beleza da paisagem japonesa, presente nas praias arenosas ou de montanha, principalmente nos cenários montanhosos de Kyoto. Depois do pinheiro, outras árvores utilizadas para o arranjo Rikka são: cedro, bambu e ciprestes.

Antigamente era muito utilizado para datas festivas e cerimoniais, mas atualmente não é muito empregado.
O arranjo naturalista

As maiores modificações no desenvolvimento do arranjo floral ocorreram durante o século XV, no governo do Shogun Ashikawa Yoshimasa (1436-1490). As construções de Yoshimasa expressavam seu amor pela simplicidade, tanto nos grandes como também nos pequenos prédios.

Além da simplicidade arquitetônica, ele também simplificou as normas do arranjo floral, com colaboração do artista Somai, tornando a arte do arranjo floral acessível a todas as classes sociais. Este mais simples tipo de arranjo foi chamado “Seiwa”.

Ao fim do século XVI, durante o período Momoyama, houve a criação das casas de chá onde os mestres davam uma expressão mais informal quanto à composição dos arranjos florais. Surgia um estilo mais livre, o “Nageire” que significa “lançado para dentro”.

No estilo clássico, os três grupos triangulares são fixados com firmeza no recipiente, impedindo que qualquer parte do arranjo o toque, já no Nageire, há maior liberdade, onde as flores podem repousar na borda do receptáculo.

O naturalismo e a habilidade do arranjador compor um arranjo que sugira o crescimento natural do material floral utilizado é enfatizado pelo estilo Nageire, dispondo as flores de maneira natural, independente de quais sejam os materiais florais, tentando evitar a artificialidade.

Inovações do estilo Nageire

Haste de cada flor fica isolada, a fim de mostrar seu crescimento natural.

Ramos e hastes podem se entrecruzar, se houver necessidade de realçar as características naturais das flores.

Grande importância a cada parte individual do arranjo, assim como do todo.

O principal objetivo e finalidade do Nageire é encontrar e exprimir a beleza natural de tudo aquilo que estiver em mãos. É a forma simples e natural do arranjo floral.

IKENOBO

Ikenobo é estilo mais antigo. Seu aparecimento data de quase quinhentos anos na cidade de Kioto. Surgiu da mente e das mãos do grande mestre Senkei Ikenobo. São arranjos de flores devotados aos deuses e aos antepassados, normalmente compostos por galhos que saem do vaso simetricamente e recriam um conjunto de paisagens, o chamado Rikka. Foi Ikenobo Senkei que introduziu o arranjo floral na sala de chá. Como era de se esperar, a decoração floral em sala de chá não devia produzir um efeito apenas de beleza e elegância, mas sim expressar pureza, harmonia e simplicidade em um esforço para representar as profundezas da natureza.


A diagramacão do Ikebana tomou a forma de uma composição purista, harmoniosa e simétrica, usando de três hastes mas, no século XVII, tinha evoluído para um estilo chamado Rikka, literalmente “flores em pé”, criado por monges budistas das escolas Ikenobo. Esta forma Rikka era feita em vasos altos de bronze ou prata e exigia um alto grau de concentração e habilidade técnica. O ramo principal simboliza o céu ou a verdade, e é geralmente assimétrico, pendendo para a direita ou para a esquerda antes de sua parte superior retornar para o eixo vertical central. Muitos outros ramos, cada um com seu significado simbólico e função decorativa, emergiam de uma esfera imaginária central. Um ikebana Rikka deve representar um microcosmo e ter a harmonia do universo através da imagem de uma paisagem. As características principais – assimetria, simbolismo e profundidade de espaço -viriam a exercer uma forte influência nas escolas futuras.


CHABANA

O estilo das “flores de chá”, uma forma mais austera da arte, teve origem como parte da cerimônia do chá (cha-no-yu), no século XVI. Composta de uma ou duas flores ou galhos num pequeno recipiente, Chabana tornou-se a base de um estilo espontâneo denominado Negeire, significando “arremessar em”, que era feita num vaso alto com poucos materiais, e utilizava meios técnicos sutis para produzir uma evocação simples e poética de beleza natural. Rikka e Negeire definem uma espécie de contraponto na história subseqüente da ikebana. Por um lado, havia uma ênfase na técnica elaborada, escala grande, simbolismo e estilos fixos. Por outro lado, havia espontaneidade, simplicidade e respeito pelas características naturais dos próprios materiais. A tensão entre os dois conduziria a todas as inovações na arte.


SOGETSU

O estilo Sogetsu é um dos mais recentes. Sua criadora foi Sofu Teshigahara. Usa todo tipo de material e mesmo produtos artificiais, como plástico e sintéticos. A princesa Diana e a mulher de Gandhi eram adeptas da escola Sogetsu de Ikebana.


OHARA

O estilo Ohara nasceu durante a abertura do Japão para o ocidente (o período Meiji de 1867 a 1912). Seu criador, Unshin Ohara, tentou ser escultor em Osaka. Mas sua saúde frágil acabou dando ao mundo um dos mestres mais notáveis do ikebana. Sua primeira peça (que inaugurava o formato conhecido como Moribana) chocou os mestres da época porque fugia do tradicional e, segundo eles, se assemelhava à madeira empilhada.


O mestre Ohara Unshin (1861-1916) foi o criador do estilo “flores amontoadas”, “, criado por Ohara Unshin (1861 -1916), fundador da escola Ohara, revolucionando completamente a arte. Enquanto que em todos os estilos tradicionais os materiais eram reunidos para emergir do recipiente num único ponto, Ohara usava várias espécies de suportes para arrumar plantas numa superfície expandida em recipientes ocos, chamados suiban (bacia de água). Este permitia a utilização de materiais novos importados que não podiam ser acomodados aos estilos antigos. Também permitia a criação de estilos de paisagem, shakei, que reproduziam cenas da natureza numa maneira simbólica. Outro inovador importante foi Adachi Choka (1887-1969), que adotou Moribana e descreveu seu trabalho simplesmente como “decorativo”.

A Ikebana em todo mundo

Hoje, em todo mundo, 16 milhões de pessoas praticam o Ikebana; são mais de 3.000 escolas espalhadas por todo mundo. Cada país acaba criando suas regras e técnicas na hora de elaborar seu arranjo floral. A diversidade de flores e plantas e as diferentes espécies que cada país possui, faz que essa arte seja diferente em todos os lugares do mundo.

Artigo escrito com base no Livro: “Word of Ikebana” e parte do texto estraído do maravilhoso site da Escola Brasileira de Bugei, que trata de diversos assuntos relacionados a cultura japonesa, o site está aqui nos links bloog.
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O que é Ikebana?




Ikebana é a arte de montar arranjos de flores, com base em regras e simbolismo preestabelecidos. Ikebana é um termo em japonês que significa flores vivas.

Ikebana, ou kado, geralmente são arranjos florais para serem utilizados como oferta religiosa, para decorar altares, e são montados com flores, folhas, galhos, frutos e plantas secas.

O ikebana teve origem na Índia, onde os religiosos faziam grandes decorações para o altar de Buda, porém foram os japoneses que tornaram a prática conhecida, e estenderam-na até o Ocidente. O ikebana é sempre composto por todos os tipos de plantas, como caules, folhas, flores, ramos, e segundo os japoneses simbolizam o céu, a terra e a humanidade.

O significado principal é de ser uma oferenda, um ato para agradar religiões, mas também é praticado por pessoas de origem nobre. Existem diversos estilos de ikebana, o Brasil possui até uma Associação, onde os praticantes possuem toda uma tradição espiritual, uma concentração para aproveitar e apreciar a natureza.

Os estilos de ikebana são: Ikenobo, que é o mais antigo, e são arranjos com devoção aos deuses, e são decorados com galhos;


 Sogetsu, que é um dos estilos mais novos, sendo que até mesmo a Rainha Elizabeth II e a Princesa Diana frequentaram escolas para aprender essa técnica;


o estilo Ohara, que é uma montagem de galhos e flores quase que empilhados; 


e o estilo Sanguetsu, que abordaremos em seguida.


Ikebana Sanguetsu

Ikebana Sanguetsu é um estilo de ikebana criado por Mokiti Okada, que tem como noção básica o respeito pela natureza. Este estilo de ikebana se distingue dos outros porque tem como princípio a não modificação dos materiais usados (folhas, flores, galhos), tentando criar um arranjo mais natural e equilibrado possível. Existem cursos e uma academia de ikebana Sanguetsu, que tem como objetivo incutir o respeito pela natureza, o que torna a vida do aprendiz mais alegre e harmoniosa.

domingo, 16 de agosto de 2015

TIPOS DE FÉ





Em Religião, existem muitos tipos de Fé. Em linhas gerais, temos:
1º - Fé que visa à graça;
2º - Fé oportunista;
3º - Fé passiva;
4º - Fé interesseira;
5º - Fé mediúnica;
6º - Fé egoísta;
7º - Fé ostensiva;
8º - Fé ocasional;
9º - Fé volúvel;
10º - Fé superficial e caprichosa;
11º - Fé comodista;
12º - Fé farisaica.

Analisemos cada um desses tipos.

1º - Fé que visa à graça

O interesse concentra-se apenas nas graças que se deseja alcançar. Deus e o mundo ficam em segundo plano. As pessoas visam somente ao próprio bem. Sabem aproveitar-se da Fé, mas não sabem agradecer e retribuir os favores Divinos. Aproveitar-se da Fé significa colocar Deus em segundo plano, abaixo do homem. As graças se alcançam adorando a Deus. A fé que visa somente à graça, sobrevive por pouco tempo, acabando por perder-se.

2º - Fé oportunista

É a dos que se mostram indiferentes enquanto a religião que professam for desconhecida na sociedade, mas procuram participar das suas atividades quando ela se torna famosa e se expande.

3º - Fé passiva

É a daquele que vive agradecendo, dando a impressão de ter grande fé, mas não chega a pensar na salvação da humanidade, que é o objetivo de Deus. Como não há ação, por ser uma fé estritamente "Shojo", sua existência é apenas figurativa.

4º - Fé interesseira

É a das pessoas sumamente astutas, que procuram aproveitar-se da religião para fazer um negócio, ou acalentam alguma outra ambição. Quem cultiva esse tipo de fé, abandona a religião assim que verificar a impossibilidade de tirar tais proveitos.

5º - Fé mediúnica

É a dos que se baseiam na incorporação de espíritos no homem e, aceitando-a, procuram conhecer o Mundo Espiritual. Isso não é condenável, mas eles acreditam facilmente nas palavras de espíritos de baixa categoria e alegram-se com falsas predições e com mistificações. Não deixa de ser uma heresia.

6º - Fé egoísta

É a das criaturas extremamente egoístas, que fazem oferendas e romarias a entidades muito conhecidas, tendo por única finalidade receber graças exclusivamente para si. São tipos vulgares, que nunca se interessam pelas desgraças sociais e humanas.

7º - Fé ostensiva

É a daqueles que gostam de se mostrar, de receber elogios, de ser apreciados e bem falados. Trata-se de fé superficial, que não consegue desligar-se do egoísmo. Também é de baixa categoria.

8º - Fé ocasional

É a das pessoas que comparecem à Igreja quando ninguém se lembra mais delas. Tais pessoas, afastando-se, dão a impressão de abandono da Fé, mas não é propriamente isso. Elas vêm à Igreja de vez em quando, como sonâmbulas, sem ao menos saber por quê. É preferível que abandonem a Fé.

9º - Fé volúvel

Seus adeptos não conseguem manter-se numa religião. Gostam de conhecer outras e vivem sempre mudando de crença. Portanto, jamais alcançam graças verdadeiras. Não passam sem Religião, mas vivem confusos. Aceitam opiniões com a maior facilidade. Não deixam de ser infelizes.

10º - Fé superficial e caprichosa

É a fé manifestada por pessoas essencialmente caprichosas, que não conseguem concentrar-se numa religião, como no caso dos possuidores de fé volúvel. Os adeptos vivem mudando de uma para outra crença. São peregrinos da Religião.

11º - Fé comodista

Os adeptos aproveitam-se de Deus e da Fé para satisfazerem seus interesses. Assemelha-se à fé egoísta e encontra-se na maioria das organizações religiosas, entre líderes e orientadores.

12º - Fé farisaica (impregnada de falsidade)

É quando o adepto aparenta fé, mas no fundo não reconhece a existência de Deus. É o tipo que engana facilmente os outros com sua lábia. Como Deus não permite tal abuso por muito tempo, a pessoa acaba sempre por se revelar e desaparecer.

Diremos que a fé é verdadeira quando não corresponde a nenhum dos tipos que foram citados.

Meishu-Sama, 30 de agosto de 1949.