quarta-feira, 19 de agosto de 2015

JOHREI on line - A Mão que elimina o sofrimento do Mundo!



Origem da Foto

A Mão que elimina o sofrimento do Mundo!

Em 22 de junho de 1952, o Editor-chefe de um importante periódico francês realizou uma entrevista a respeito da missão a que Meishu Sama se dedicava na Terra.

Nessa ocasião, o jornalista quis fotografar também a mão de Meishu Sama para, mais tarde, publicá-la sob o título: "A mão que elimina o sofrimento do mundo".

Tendo recebido imediatamente a aquiescência do Mestre, a foto foi feita. Na verdade, com essa permissão, Meishu Sama estava manifestando o desejo de que mais um canal de Luz fosse oferecido a quem busca o caminho da verdade.

Foi com a intenção de tornar pública essa vontade especial de Meishu Sama que a foto foi colocada, ilustrando a capa.



terça-feira, 18 de agosto de 2015

A harmonia e os seus significados


Resultado de imagem para A ARTE DA IKEBANA

O ikebana quer transmitir a idéia de crescimento contínuo na vida e vitalidade. O ikebana deseja alcançar a recriação do crescimento floral, baseando-se na importância da linha, ritmo e cor. É importante citar que os ocidentais dão maior importância à quantidade e cores do material, apreciando a beleza das flores; já os japoneses dão ênfase à linha do arranjo, desenvolvendo a arte com objetivo de incluir hastes, folhas, ramos assim como flores.

A haste principal é que forma a linha central do arranjo, chamado de “Shin”, e simboliza o Céu, devendo-se escolher o exemplar mais forte que o arranjador tiver em mãos.

A haste secundária ou “Soe” representa o Homem, parte da linha central é colocada de maneira a produzir o efeito de crescimento lateral, devendo ter cerca de dois terços da altura da haste principal.

A haste terciária ou “Hikae” simboliza a Terra. É a mais curta e é colocada à frente ou ligeiramente no lado oposto ao das raízes das duas outras.

É de grande importância a posição correta de cada haste, podendo-se acrescentar flores para preencher o arranjo. Todas são colocadas de forma firme no recipiente, para dar a impressão de que crescem de uma mesma haste. A escolha do recipiente é muito importante, pois a disposição do arranjo dependerá muito do tamanho, profundidade e largura desse. Após a escolha do material e das plantas, o passo seguinte é a poda, para adaptar a flor, ramo ou galho ao arranjo.

São empregados recursos físicos e químicos a fim de manter as flores frescas e vivas. O Mizukiri ou corte da haste em água é o mais simples, evitando a exposição ao ar da extremidade podada da haste, evitando a deficiência de sucção de água pelas plantas.

O recurso químico é a utilização de um pouco de ácido clorídrico ou sulfúrico, que diluídos em água, irão refrescar e dar vitalidade às plantas. Outro recurso é esfregar uma pitada de sal na extremidade das hastes. Para obter maior equilíbrio e firmeza, o arranjador poderá fazer uma curva na extremidade da haste ou ramo, devendo torcê-la com cuidado, utilizando ambas as mãos para evitar que se quebre.

Os princípios básicos da arte do ikebana são respeitados e preservados. Poderão existir diferenças de opinião e concepção dependendo das escolas de arranjo floral, mas os princípios básicos são comuns a todas elas.


Os estílos de Ikebana

RIKKA

Foi no século VI que os primeiros grupos florais foram vistos, em ambos os lados dos altares dos templos budistas. Tendo por intuito harmonizar-se com a imponência de prédio do tempo, eram chamados de “Rikka”, que significa ” flores eretas”, pois as extremidades de seus ramos e flores apontavam em direção ao céu, tentando indicar a Fé.


Este tipo de arranjo Rikka era complicado, mas foi se tornando flexível pouco a pouco, e era a forma de arranjo predominante nos templos e palácios, até o estabelecimento do governo Kamakura no fim do século XII.

A montanha sagrada de todos os devotos do Budismo é chamado Shumisen, simbolizando o universo, e os arranjos Rikka surgiram com o intuito de serem dispostas de forma a simbolizar esta montanha.


Formas de representação:

Materiais de plantas: para representar diversos objetos naturais.

Crisântemos brancos: representam as águas do rio e pequenos córregos.

Ramos de pinheiro: simbolizam rochas e pedras.

Colocação de plantas em seus lugares apropriados: representam a luz solar, sombras e cores de cada estação, dependendo desta colocação.

No arranjo Rikka sempre existirá um pinheiro, no centro do vaso. O pinheiro representa a beleza da paisagem japonesa, presente nas praias arenosas ou de montanha, principalmente nos cenários montanhosos de Kyoto. Depois do pinheiro, outras árvores utilizadas para o arranjo Rikka são: cedro, bambu e ciprestes.

Antigamente era muito utilizado para datas festivas e cerimoniais, mas atualmente não é muito empregado.

O arranjo clássico

Foi no século VI que os primeiros grupos florais foram vistos, em ambos os lados dos altares dos templos budistas. Tendo por intuito harmonizar-se com a imponência de prédio do tempo, eram chamados de “Rikka”, que significa ” flores eretas”, pois as extremidades de seus ramos e flores apontavam em direção ao céu, tentando indicar a Fé.

Este tipo de arranjo Rikka era complicado, mas foi se tornando flexível pouco a pouco, e era a forma de arranjo predominante nos templos e palácios, até o estabelecimento do governo Kamakura no fim do século XII.

A montanha sagrada de todos os devotos do Budismo é chamado Shumisen, simbolizando o universo, e os arranjos Rikka surgiram com o intuito de serem dispostas de forma a simbolizar esta montanha.

Formas de representação:

Materiais de plantas: para representar diversos objetos naturais

Crisântemos brancos: representam as águas do rio e pequenos córregos.

Ramos de pinheiro: simbolizam rochas e pedras.

Colocação de plantas em seus lugares apropriados: representam a luz solar, sombras e cores de cada estação, dependendo desta colocação.

No arranjo Rikka sempre existirá um pinheiro, no centro do vaso. O pinheiro representa a beleza da paisagem japonesa, presente nas praias arenosas ou de montanha, principalmente nos cenários montanhosos de Kyoto. Depois do pinheiro, outras árvores utilizadas para o arranjo Rikka são: cedro, bambu e ciprestes.

Antigamente era muito utilizado para datas festivas e cerimoniais, mas atualmente não é muito empregado.
O arranjo naturalista

As maiores modificações no desenvolvimento do arranjo floral ocorreram durante o século XV, no governo do Shogun Ashikawa Yoshimasa (1436-1490). As construções de Yoshimasa expressavam seu amor pela simplicidade, tanto nos grandes como também nos pequenos prédios.

Além da simplicidade arquitetônica, ele também simplificou as normas do arranjo floral, com colaboração do artista Somai, tornando a arte do arranjo floral acessível a todas as classes sociais. Este mais simples tipo de arranjo foi chamado “Seiwa”.

Ao fim do século XVI, durante o período Momoyama, houve a criação das casas de chá onde os mestres davam uma expressão mais informal quanto à composição dos arranjos florais. Surgia um estilo mais livre, o “Nageire” que significa “lançado para dentro”.

No estilo clássico, os três grupos triangulares são fixados com firmeza no recipiente, impedindo que qualquer parte do arranjo o toque, já no Nageire, há maior liberdade, onde as flores podem repousar na borda do receptáculo.

O naturalismo e a habilidade do arranjador compor um arranjo que sugira o crescimento natural do material floral utilizado é enfatizado pelo estilo Nageire, dispondo as flores de maneira natural, independente de quais sejam os materiais florais, tentando evitar a artificialidade.

Inovações do estilo Nageire

Haste de cada flor fica isolada, a fim de mostrar seu crescimento natural.

Ramos e hastes podem se entrecruzar, se houver necessidade de realçar as características naturais das flores.

Grande importância a cada parte individual do arranjo, assim como do todo.

O principal objetivo e finalidade do Nageire é encontrar e exprimir a beleza natural de tudo aquilo que estiver em mãos. É a forma simples e natural do arranjo floral.

IKENOBO

Ikenobo é estilo mais antigo. Seu aparecimento data de quase quinhentos anos na cidade de Kioto. Surgiu da mente e das mãos do grande mestre Senkei Ikenobo. São arranjos de flores devotados aos deuses e aos antepassados, normalmente compostos por galhos que saem do vaso simetricamente e recriam um conjunto de paisagens, o chamado Rikka. Foi Ikenobo Senkei que introduziu o arranjo floral na sala de chá. Como era de se esperar, a decoração floral em sala de chá não devia produzir um efeito apenas de beleza e elegância, mas sim expressar pureza, harmonia e simplicidade em um esforço para representar as profundezas da natureza.


A diagramacão do Ikebana tomou a forma de uma composição purista, harmoniosa e simétrica, usando de três hastes mas, no século XVII, tinha evoluído para um estilo chamado Rikka, literalmente “flores em pé”, criado por monges budistas das escolas Ikenobo. Esta forma Rikka era feita em vasos altos de bronze ou prata e exigia um alto grau de concentração e habilidade técnica. O ramo principal simboliza o céu ou a verdade, e é geralmente assimétrico, pendendo para a direita ou para a esquerda antes de sua parte superior retornar para o eixo vertical central. Muitos outros ramos, cada um com seu significado simbólico e função decorativa, emergiam de uma esfera imaginária central. Um ikebana Rikka deve representar um microcosmo e ter a harmonia do universo através da imagem de uma paisagem. As características principais – assimetria, simbolismo e profundidade de espaço -viriam a exercer uma forte influência nas escolas futuras.


CHABANA

O estilo das “flores de chá”, uma forma mais austera da arte, teve origem como parte da cerimônia do chá (cha-no-yu), no século XVI. Composta de uma ou duas flores ou galhos num pequeno recipiente, Chabana tornou-se a base de um estilo espontâneo denominado Negeire, significando “arremessar em”, que era feita num vaso alto com poucos materiais, e utilizava meios técnicos sutis para produzir uma evocação simples e poética de beleza natural. Rikka e Negeire definem uma espécie de contraponto na história subseqüente da ikebana. Por um lado, havia uma ênfase na técnica elaborada, escala grande, simbolismo e estilos fixos. Por outro lado, havia espontaneidade, simplicidade e respeito pelas características naturais dos próprios materiais. A tensão entre os dois conduziria a todas as inovações na arte.


SOGETSU

O estilo Sogetsu é um dos mais recentes. Sua criadora foi Sofu Teshigahara. Usa todo tipo de material e mesmo produtos artificiais, como plástico e sintéticos. A princesa Diana e a mulher de Gandhi eram adeptas da escola Sogetsu de Ikebana.


OHARA

O estilo Ohara nasceu durante a abertura do Japão para o ocidente (o período Meiji de 1867 a 1912). Seu criador, Unshin Ohara, tentou ser escultor em Osaka. Mas sua saúde frágil acabou dando ao mundo um dos mestres mais notáveis do ikebana. Sua primeira peça (que inaugurava o formato conhecido como Moribana) chocou os mestres da época porque fugia do tradicional e, segundo eles, se assemelhava à madeira empilhada.


O mestre Ohara Unshin (1861-1916) foi o criador do estilo “flores amontoadas”, “, criado por Ohara Unshin (1861 -1916), fundador da escola Ohara, revolucionando completamente a arte. Enquanto que em todos os estilos tradicionais os materiais eram reunidos para emergir do recipiente num único ponto, Ohara usava várias espécies de suportes para arrumar plantas numa superfície expandida em recipientes ocos, chamados suiban (bacia de água). Este permitia a utilização de materiais novos importados que não podiam ser acomodados aos estilos antigos. Também permitia a criação de estilos de paisagem, shakei, que reproduziam cenas da natureza numa maneira simbólica. Outro inovador importante foi Adachi Choka (1887-1969), que adotou Moribana e descreveu seu trabalho simplesmente como “decorativo”.

A Ikebana em todo mundo

Hoje, em todo mundo, 16 milhões de pessoas praticam o Ikebana; são mais de 3.000 escolas espalhadas por todo mundo. Cada país acaba criando suas regras e técnicas na hora de elaborar seu arranjo floral. A diversidade de flores e plantas e as diferentes espécies que cada país possui, faz que essa arte seja diferente em todos os lugares do mundo.

Artigo escrito com base no Livro: “Word of Ikebana” e parte do texto estraído do maravilhoso site da Escola Brasileira de Bugei, que trata de diversos assuntos relacionados a cultura japonesa, o site está aqui nos links bloog.
Entre e leia toda matéria e veja a galeria ou assista o slide show de fotos:
O slideshow leva aproximadamente um minuto para carregar todas as fotos:

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O que é Ikebana?




Ikebana é a arte de montar arranjos de flores, com base em regras e simbolismo preestabelecidos. Ikebana é um termo em japonês que significa flores vivas.

Ikebana, ou kado, geralmente são arranjos florais para serem utilizados como oferta religiosa, para decorar altares, e são montados com flores, folhas, galhos, frutos e plantas secas.

O ikebana teve origem na Índia, onde os religiosos faziam grandes decorações para o altar de Buda, porém foram os japoneses que tornaram a prática conhecida, e estenderam-na até o Ocidente. O ikebana é sempre composto por todos os tipos de plantas, como caules, folhas, flores, ramos, e segundo os japoneses simbolizam o céu, a terra e a humanidade.

O significado principal é de ser uma oferenda, um ato para agradar religiões, mas também é praticado por pessoas de origem nobre. Existem diversos estilos de ikebana, o Brasil possui até uma Associação, onde os praticantes possuem toda uma tradição espiritual, uma concentração para aproveitar e apreciar a natureza.

Os estilos de ikebana são: Ikenobo, que é o mais antigo, e são arranjos com devoção aos deuses, e são decorados com galhos;


 Sogetsu, que é um dos estilos mais novos, sendo que até mesmo a Rainha Elizabeth II e a Princesa Diana frequentaram escolas para aprender essa técnica;


o estilo Ohara, que é uma montagem de galhos e flores quase que empilhados; 


e o estilo Sanguetsu, que abordaremos em seguida.


Ikebana Sanguetsu

Ikebana Sanguetsu é um estilo de ikebana criado por Mokiti Okada, que tem como noção básica o respeito pela natureza. Este estilo de ikebana se distingue dos outros porque tem como princípio a não modificação dos materiais usados (folhas, flores, galhos), tentando criar um arranjo mais natural e equilibrado possível. Existem cursos e uma academia de ikebana Sanguetsu, que tem como objetivo incutir o respeito pela natureza, o que torna a vida do aprendiz mais alegre e harmoniosa.

domingo, 16 de agosto de 2015

TIPOS DE FÉ





Em Religião, existem muitos tipos de Fé. Em linhas gerais, temos:
1º - Fé que visa à graça;
2º - Fé oportunista;
3º - Fé passiva;
4º - Fé interesseira;
5º - Fé mediúnica;
6º - Fé egoísta;
7º - Fé ostensiva;
8º - Fé ocasional;
9º - Fé volúvel;
10º - Fé superficial e caprichosa;
11º - Fé comodista;
12º - Fé farisaica.

Analisemos cada um desses tipos.

1º - Fé que visa à graça

O interesse concentra-se apenas nas graças que se deseja alcançar. Deus e o mundo ficam em segundo plano. As pessoas visam somente ao próprio bem. Sabem aproveitar-se da Fé, mas não sabem agradecer e retribuir os favores Divinos. Aproveitar-se da Fé significa colocar Deus em segundo plano, abaixo do homem. As graças se alcançam adorando a Deus. A fé que visa somente à graça, sobrevive por pouco tempo, acabando por perder-se.

2º - Fé oportunista

É a dos que se mostram indiferentes enquanto a religião que professam for desconhecida na sociedade, mas procuram participar das suas atividades quando ela se torna famosa e se expande.

3º - Fé passiva

É a daquele que vive agradecendo, dando a impressão de ter grande fé, mas não chega a pensar na salvação da humanidade, que é o objetivo de Deus. Como não há ação, por ser uma fé estritamente "Shojo", sua existência é apenas figurativa.

4º - Fé interesseira

É a das pessoas sumamente astutas, que procuram aproveitar-se da religião para fazer um negócio, ou acalentam alguma outra ambição. Quem cultiva esse tipo de fé, abandona a religião assim que verificar a impossibilidade de tirar tais proveitos.

5º - Fé mediúnica

É a dos que se baseiam na incorporação de espíritos no homem e, aceitando-a, procuram conhecer o Mundo Espiritual. Isso não é condenável, mas eles acreditam facilmente nas palavras de espíritos de baixa categoria e alegram-se com falsas predições e com mistificações. Não deixa de ser uma heresia.

6º - Fé egoísta

É a das criaturas extremamente egoístas, que fazem oferendas e romarias a entidades muito conhecidas, tendo por única finalidade receber graças exclusivamente para si. São tipos vulgares, que nunca se interessam pelas desgraças sociais e humanas.

7º - Fé ostensiva

É a daqueles que gostam de se mostrar, de receber elogios, de ser apreciados e bem falados. Trata-se de fé superficial, que não consegue desligar-se do egoísmo. Também é de baixa categoria.

8º - Fé ocasional

É a das pessoas que comparecem à Igreja quando ninguém se lembra mais delas. Tais pessoas, afastando-se, dão a impressão de abandono da Fé, mas não é propriamente isso. Elas vêm à Igreja de vez em quando, como sonâmbulas, sem ao menos saber por quê. É preferível que abandonem a Fé.

9º - Fé volúvel

Seus adeptos não conseguem manter-se numa religião. Gostam de conhecer outras e vivem sempre mudando de crença. Portanto, jamais alcançam graças verdadeiras. Não passam sem Religião, mas vivem confusos. Aceitam opiniões com a maior facilidade. Não deixam de ser infelizes.

10º - Fé superficial e caprichosa

É a fé manifestada por pessoas essencialmente caprichosas, que não conseguem concentrar-se numa religião, como no caso dos possuidores de fé volúvel. Os adeptos vivem mudando de uma para outra crença. São peregrinos da Religião.

11º - Fé comodista

Os adeptos aproveitam-se de Deus e da Fé para satisfazerem seus interesses. Assemelha-se à fé egoísta e encontra-se na maioria das organizações religiosas, entre líderes e orientadores.

12º - Fé farisaica (impregnada de falsidade)

É quando o adepto aparenta fé, mas no fundo não reconhece a existência de Deus. É o tipo que engana facilmente os outros com sua lábia. Como Deus não permite tal abuso por muito tempo, a pessoa acaba sempre por se revelar e desaparecer.

Diremos que a fé é verdadeira quando não corresponde a nenhum dos tipos que foram citados.

Meishu-Sama, 30 de agosto de 1949.



sábado, 15 de agosto de 2015

Momotaro


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Momotaro é um herói para sua nobreza de propósito e por suas proezas em batalha. Ele nasceu em um pêssego. Um casal sem filhos encontraram o pêssego flutuando em um córrego da montanha e quando o levei para casa e abriu-a, havia um menino humano minuto perfeitamente formado. Eles o chamaram de Momotaro, o que significa criança pêssego, mas é foi um pouco timidamente traduzido como Pequena Peachling. O casal olhou-o como seu próprio, e ele cresceu para ser tanto obediente e valente. As pessoas da área estavam sendo aterrorizada por um número de oni, que habitavam uma ilha e estavam fazendo incursões no continente para roubar seus tesouros.

Momotaro com a idade de quinze resolveu agir. Antes de partir para sua missão auto-imposta, sua mãe adotiva deu-lhe alguns bolos de arroz. No caminho ele encontrou um cachorro, um faisão e um macaco nessa ordem. Eles foram todos capazes de conversar com ele e uns com os outros e por sua vez se juntou a ele em sua expedição, em cada caso, em troca de um bolo de arroz. Quando o quarteto chegou à costa, eles encontraram um barco e tinha uma viagem sem complicações para a ilha do oni.

Ao desembarcar se depararam com algumas meninas que haviam sido seqüestradas e estupradas por saqueadores oni e mantidos em cativeiro na ilha. Momotaro disse-lhes que iria devolvê-los com segurança para suas famílias no continente quando ele tinha destruído seus captores.

Com seus amigos de aves e animais, ele atacou o castelo oni e mataram todos os habitantes sobrenaturais, o líder ser morto pelo próprio Momotaro em um duelo. Eles, então, libertaram todos os prisioneiros humanos que encontraram no castelo, foi buscar as meninas que tinham conhecido na aterragem, e também encheu seu barco com os tesouros roubados pelo oni. A viagem de volta foi sem incidentes ea resgatados foram devidamente escoltados para suas casas eo tesouro devolvida aos seus proprietários. Não foi o suficiente da pilhagem oni deixou para Momotaro para garantir que seus pais adotivos vivia em conforto para o resto de suas vidas. Ao que parece, o cão, o faisão eo macaco procurou apenas a glória de ajudar o jovem herói, pois, além formar um bolo de arroz cada, eles ganharam nada com a expedição.

CALIGRAFIAS QUE ATUAM EFICAZMENTE


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A caligrafia era uma das atividades desenvolvidas por Meishu-Sama. Ele caligrafava cem Imagens da Luz Divina em menos de.meia hora; no caso do Ohikari, completava esse mesmo número, entre sete e oito minutos. Ele executava centenas de caligrafias, sem demonstrar nenhum cansaço, numa rapidez extraordinária.

Além disso, a vigorosa força espiritual e física de Meishu-Sama e o pincel formavam, num harmonioso conjunto, os traços numa folha de papel branco, com surpreendente rapidez, num ritmo belo e deslizante, surgindo, assim, as palavras.

Desta maneira, não podia deixar de reverenciá-Lo e, mesmo servindo ao seu lado, sentia-me realmente um tanto confuso com essa sua energia e vitalidade.

Enquanto punha em ordem as folhas com aquelas letras negras, vivas e ainda úmidas traçadas pelo pincel molhado na tinta, não podia deixar de sentir a grande felicidade de poder receber aquelas caligrafias, das quais emanavam uma força e calor indescritíveis.

Meishu-Sama disse: "O que eu escrevo está vivo. O fato da caligrafia, traços feitos com tinta-carvão, atuar eficazmente, manifestando milagres visíveis, é, realmente, uma Arte de Deus."

O que mais me surpreendia também era a atitude de Meishu-Sama nos momentos em que caligrafava. Ele, escrevia aquelas letras com toda a sinceridade; logo, eu pensava que em tais ocasiões, Ele se sentava numa sala silenciosa, sem conversar. Entretanto, a realidade era completamente o oposto.

Meishu-Sama escrevia aquelas maravilhosas Imagens, que geravam milagres, ouvindo rádio ou conversando mas, como disse anteriormente, com incrível rapidez.

O trabalho era feito à noite, justamente nos horários que coincidiam com os dos programas radiofônicos. Assim sendo, ora Ele ouvia novelas e "rokyoku" (estória cantada), ora dava gargalhadas ouvindo comédias; também ouvia com profundo interesse, por exemplo, o programa "Niju-no-tobira".

Nas épocas quentes de verão, era também comum ficar sem camisa e, vez ou outra, levantava-se repentinamente, e tirava até mesmo a calça, ficando apenas com roupas de baixo.

Certo dia, Ele nos disse rindo: - "Desse jeito, será que não me vão confundir com o jardineiro?" - e foi embora, passando pelo jardim, só com as roupas de baixo.

Um Servidor (Reminiscências de Meishu-Sama)

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Zuiganji

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Sobre este templo, situado em Matsushima na Província de Sendai, hum Existe Ensinamento de Meishu Sama .

Matsushima sigifica "Ilhas (shima) de Pinheiros (matsu)". E UMA Pequena Cidade litorânea turística, na costa Leste-Pacífico, Ao Norte do Japão. Para o Brasileiro, FICA Fácil ilustrar Como uma japonesa "Angra dos Reis". Outrora Uma Enorme planície de arenito, foi Ao Longo dos milênios, Sendo erodida cabelo mar, Sendo that ficaram OS Pedaços Mais Resistentes Formando Uma imensidão de ilhas dos Mais Diversos Tamanhos e Formas, povoadas de Pinheiros Japoneses Que teimam em brotar, se contorcendo não agarrar e firmar naquelas pedras arenosas Verticais.

E Neste Cenário paradisíaco, a algumas dezenas de metros do mar, Que se Ergue o Zuyganji. Sobre Ele, rápido você PODE LER Uma Passagem do texto em Ingles fazer folheto explicativo Distribuído na entrada:

" nome formal do Zuiganji é Shoto Seiryuzan Zuigan Enpukuzenji e é um templo Zen. Foi fundada por Jikaku-Daishi Ennin, no período Heian (828), e foi nomeado Enpukuji. Ele originalmente pertencia à seita Tendai.

Em meados do século 13 (período de Kamakura), o senhor feudal Hojo Tokiyori teve Hoshin Shosai alterar os caracteres japoneses de Enpukuji de (Tendai seita Templo) para (Templo Zen), mas a pronúncia ainda permaneceu o mesmo, Enpukuji.

O templo prosperou durante o período Kamakura e Muromachi sob a proteção do governo central, mas diminuiu durante as guerras feudais entre 1447 e 1600. No início do período Edo (início do século 17), Enpukiji foi revivido pelo senhor feudal Date Masamune.

Em 1604, começou a reestruturação Masamune do templo. Madeira de qualidade, como ceadr, foi trazido de Mt. Kumano en Prefeitura de Wakayama e todos os melhores carpinteiros foram recolhidas a partir de Kyoto e Wakayama (Negoro). A entrada e corredores do edifício principal ea cozinha Zen (Kuri) já foram designados como bens culturais nacionais importantes.

Em 1636, em seu leito de morte, Masamune confiou o monge cabeça famoso Ungo-Zenji para assumir o seu trabalho e continuar a desenvolver o templo. Em meados do período Edo, mais de 30 templos foram construídos, incluindo Entsu-in, Yotoku-in e Tenrin-in. Matsushima foi reconhecido oficialmente como uma "Temple-Town".

O famoso poeta Matsuo Basho Haiku ficou tão impressionado com as paredes douradas dentro do templo que ele escreveu o poema "Konpeki sogon hikari o kagayakashi" como um tributo. Claro, depois de 360 anos de uso e desgaste nas paredes tornou-se muito cansado, por isso, em 1985, um projeto de 10 anos para restaurar e preservar-lhes, começou. Este foi completada em 1995. "