quarta-feira, 5 de agosto de 2015

O DIVINO DRAMA


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O Plano de Deus está atuando de maneira maravilhosa. Podemos denominá-lo de Divino Drama, do qual todos nós, desta Era, somos os participantes. Sem esta compreensão, deixaremos de saber interpretar os momentosos acontecimentos do nosso tempo, de compreender que à medida que avança a reconstrução, também cresce a destruição.

Em todo e qualquer drama existem personagens virtuosos e perversos. Quase sempre os virtuosos são importunados pelos perversos, mas depois de serem impiedosamente atormentados por longo tempo, geralmente a peça termina com a vitória do bem. É um final feliz. O Divino Drama, cosmicamente ordenado e agora desenrolado no palco do mundo, é um modelo. A mudança do presente ciclo é de inconcebível grandeza. O nosso entendimento sobre este acontecimento sem precedentes será proporcional ao nosso esclarecimento e à nossa capacidade de compreensão.

Á medida que a Nova Era avança e que cresce a atuação do espírito do fogo, a purificação ou doença, também aumenta. As calamidades como guerras e catástrofes naturais, cada vez mais podem ocorrer, até o mundo experimentar uma época de terror. De um modo geral, os messiânicos podem representar o papel de espectadores nas cenas de guerra. Mas, nas cenas de enfermidades, eles deverão Ter ativo empenho. Servir à Humanidade é mais digno do que representar papéis de violência ou de destruição.

A lei da vida exige que nós vivamos as nossas vidas construtivamente. Estamos na aurora da Era da Luz do Dia. À medida que ela avança, e que o espírito do fogo se manifesta mais intensamente, o batismo pelo fogo será ainda mais forte, isto é, o poder purificador da Luz será maior. De acordo com a Lei da Concordância à medida que o invisível Mundo Espiritual empreende intensa purificação, os que se encontram no Mundo material cujos os corpos espirituais forem excessivamente maculados, encontrarão dificuldades para suportar as crescentes e frequentes purificações. Somente aqueles que estiverem suficientemente puros poderão sobreviver. Alguns messiânicos também poderão sentir dificuldades durante o tempo da grande purificação. Devemos nos empenhar para estarmos preparados espiritual e fisicamente, se desejamos passar por este período com relativa facilidade.

Este grande drama cósmico foi denominado Juízo Final. O nosso planeta é o palco, no qual a representação esta sendo levada. Um tão extraordinário drama não poderia ser vivido em qualquer outro tempo da História. O conflito entre o bem e o mal é desenvolvido de forma bastante complexa, até que o último perverso seja dominado.

O número de personagens perversos é maior do que o número de personagens bondosos, e aqueles que fazem os desempenhos maldosos realmente merecem piedade. O grande Amor do Supremo Deus salvará tantos quantos for possível, atuando através dos sinceros instrumentos da Sua Divina Luz. Os messiânicos sentem-se chamados a servir como Seus instrumentos.



"Os Novos Tempos"

HERÓI DA PAZ

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(…) Até hoje, os fundamentos das religiões eram de caráter “Shojo”, isto é, as pregações dos fundadores não eram muito profundas. Poderão certificar-se disso observando que sempre houve muita hesitação e que a verdadeira Paz e Iluminação não foram alcançadas. Isso era inevitável, devido ao Tempo. Mas Deus revelou-me até os fundamentos absolutos e infinitos, só que não me é permitido expô-los agora, razão pela qual escrevo apenas até certo ponto.

A esse respeito, como podemos ver pelas religiões tradicionais, geralmente as religiões se utilizam de dois meios de salvação: os Ensinamentos Sagrados, através das escrituras, e os sermões, através das palavras.

Além das religiões, restam-nos, como herança principal de nossos antepassados, o desbravamento de matas e terras, construções, objetos artísticos, etc. Entretanto, quando faço uma análise mais profunda, vejo que é imperioso o aparecimento de uma força com capacidade para liderar o mundo daqui para frente.

Agora, torna-se necessário que eu fale a meu respeito. Como todos sabem, escolhi três locais para Solo Sagrado – Hakone, Atami e Kyoto, no Japão – lugares extremamente aprazíveis, onde estou construindo, atualmente, um pequeno protótipo do Paraíso Terrestre. Meu objetivo é criar um ambiente paradisíaco cujas características internas e externas estejam harmonizadas: enormes jardins com a beleza das montanhas e das águas, um palácio das belas-artes, construções inéditas entre as religiões, etc. Dedico-me, também, ao desenvolvimento revolucionário da medicina e da agricultura; além disso, através de infinitos e fabulosos milagres, empenho-me em fazer com que o homem se conscientize da existência de Deus. Enfim, faço difusão religiosa por métodos ainda não explorados, ainda não utilizados por nenhum homem. Estas atividades constituem o importantíssimo alicerce do mundo de perfeita Verdade, Bem e Belo.

Gostaria de acrescentar que todas as atividades de construção a serem realizadas de agora em diante, da primeira à última, já estão elaboradas na minha mente, só restando esperar pelo tempo certo. Com o passar do tempo, tudo irá se concretizando. Trata-se de um plano por demais grandioso; pode-se dizer que é a criação da nova civilização mundial.

Como se pode ver, a Igreja Messiânica Mundial não é propriamente uma religião, e não estamos conseguindo sequer dar-lhe um nome adequado. Além do mais, tudo veio se concretizando conforme o Plano de Deus; chega mesmo a assustar-me a exatidão com que isso vem se processando. Iniciada como religião em agosto de 1947, nossa Igreja conseguiu, em apenas seis anos, a magnífica expansão que vemos atualmente. Se observarmos que ela conseguiu tamanho progresso enfrentando a pressão das autoridades, a incompreensão dos jornalistas e os mais variados obstáculos durante esse período, teremos de admitir que isso não seja obra do homem. Naturalmente, daqui por diante, continuaremos caminhando de acordo com o programa definido por Deus e, dessa forma, um dia se descortinará o grande Drama Divino que tem o mundo como palco. A esse simples pensamento, sentimo-nos tomados de grande interesse e curiosidade. Além disso, doravante se evidenciarão, uns após outros, milagres surpreendentes e cenas de eufórica alegria. Portanto, desejo que aguardem com muita atenção.

Em suma, eu me considero o Herói da Paz.

Meishu-Sama em 11 de maio de 1953

Extraido do Livro: Alicerce do Paraíso – v. 1 – trechos

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A Outra Face da Doença


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“Nós, que vivemos atualmente, não somos seres surgidos do nada, sem relação com nada. Na verdade, representamos a síntese de centenas ou milhares de antepassados e existimos na extremidade desse elo. Somos portanto, seres intermediários de uma sequência infinita, formando uma existência individualizada no tempo. Em sentido amplo, somos um elo da corrente que une os antepassados com as gerações futuras; em sentido restrito, somos uma peça como a cunha, destinada a firmar a ligação entre nossos pais e nossos filhos.”

Isso tem um profundo significado. Significa que estamos ligados por elos espirituais não só aos parentes e amigos vivos, mas também àqueles que se encontram no mundo espiritual. Por isso, tudo o que fazemos de bom ou de ruim, levamos alegria ou tristeza, Luz ou máculas para os nossos ancestrais.

Quer dizer: podemos deixar uma herança maravilhosa para nossas gerações futuras e elevarmos nossos antepassados ou tantas máculas que acabe com nossas gerações futuras. Acham rigoroso? Mas é assim mesmo.
Quando praticamos virtudes sem alarde e vaidade, nós e nossos antepassados recebemos recompensa de Deus em forma de graças e proteção.

Exemplo: Tinha um discípulo de Buda que sonhou e viu a sua mãe no inferno. Procurou o Mestre e ouviu Dele:
“- Esqueça a sua mãe e salve o máximo de pessoas que puder.”
Ele não entendeu a orientação, mas obedeceu.
Um ano depois, sonhou novamente com a sua mãe, agora, num lugar maravilhoso. Compreendeu que, sua prática de virtude, salvara sua mãe.

Pelos elos espirituais, pelo altruísmo, levamos Luz aos antepassados.

E quando, por nosso egoísmo, prejudicamos os outros, perdemos o amor e a proteção de Deus. Nós e nossos antepassados.

Alguns ainda dizem: “Mas Ministro, por que tenho que assumir a herança ruim dos meus antepassados? O que eu tenho com isso? Não aceito!”

Mas se o ancestral deixou herança material boa – casas, carro, dólares – será que ele não aceita?

É bom saber que também já fomos antepassados e muitas vezes deixamos herança espiritual muito pior para nossos descendentes.

Graças aos nossos antepassados é que nós existimos hoje. Cultuando-os com gratidão e enviado-lhes Luz - pelos elos espirituais - através de práticas altruístas, eles ganham permissão de servirem no mundo espiritual, e, quanto mais se elevam, mais ganham permissão de nos ajudar.

Por que cultuar? Para o espírito ganhar desapego e entendimento. Também é importante apoiar a família, porque o apego é recíproco.

Existe, segundo Meishu-Sama, grande diferença entre aqueles que em vida acumularam virtudes e aqueles que praticaram mal:

O primeiro espírito, recebe de Deus no mundo espiritual, magníficas vestes, bela morada, e alimentos fartos, tornando-se habitante do plano superior; ao passo que o espírito que acumulou muitas máculas, não tem liberdade, ficando confinado no local do seu aprimoramento.

Por isso, graça, proteção, não se pede a antepassado.
Se ele estiver em local que não pode ajudar, o seu sofrimento será dobrado. Graça e proteção se pedem a Deus e vem através dos antepassados que estão em nível mais alto. Os senhores entenderam?
É importante também, respeitar o desejo que o antepassado tinha em vida, para ele não ficar preso, para poder ir tranquilo para o mundo espiritual. Tentar acabar o que ele gostaria de fazer.

Exemplo: Construir casa para os filhos morarem, com tal finalidade. E quando morre, querem vender rápido, para dividir o dinheiro.

É também importantíssimo pagar as dívidas que o antepassado, por ventura deixou, para ele ter tranquilidade. E como respeito, não mexer nas suas coisas antes dos 50 dias, quando ainda está muito recente seu falecimento e ele está entre nós.

Levamos Luz aos nossos ancestrais através de duas práticas:

* Prática de virtudes
Cultuando-os com todo sentimento (principalmente através do Sorei-Saishi).

Exemplo: Um dia, o Reverendíssimo Watanabe nos orientou o seguinte:
“- Quando você faz gratidão, donativo de agradecimento para Deus – quando faz mal feito – Deus, por ser Deus, ainda entende a nossa ignorância e apego. Mas, os nossos antepassados não entendem não. Eles são como nós – só que estão no mundo espiritual. Sentem ciúmes como nós; sentem raiva; irritam-se como nós, enfim, têm as mesmas reações que nós, porque ainda possuem máculas. Por isso, eles esperam muito de nós; nosso esforço para agradecer bem – uma vez por ano – senão eles passam vergonha diante dos antepassados das outras pessoas.”

Isso quer dizer que, cultuar direito os seus antepassados é fazer o mesmo esforço que você faz para agradar aos vivos. Nós nos esforçamos para fazer festa, dar presentes no aniversário de nossos pais ou de nossos filhos? Para os nossos antepassados deve ser a mesma coisa. Se o pai for falecido pode fazer qualquer migalha, porque ele não vai vir reclamar?
Na verdade, tudo o que acontece nesse mundo é com a permissão de Deus e de nossos antepassados.

Um dia, perguntaram ao Reverendíssimo Watanabe:
“– Não tenho como fazer donativo, posso cultuar meu antepassado assim mesmo?”

O Reverendíssimo Respondeu:
“- Não, não pode. Porque se o descendente tiver verdadeiro amor e gratidão por seus antepassados, eles mesmos (antepassados) arranjam o donativo. Isto é, sentindo o profundo amor do seu descendente, eles abrem portas, para que possamos agradecer de acordo com o nosso sentimento.”
Profundo, não é? Isto é espírito precede a matéria.

Havia também, na Igreja Santa Luíza, um pioneiro – vovô Rodrigues – que quando era perguntado:
“Quanto devo fazer de donativo para cultuar meus antepassados?
Ele era curto e grosso:
“Faça quanto você acha que seus antepassados merecem, porque eles têm o descendente que merecem (você).”
É duro, mas é uma grande verdade.

Outro exemplo: No tempo de Meishu-Sama, o Reverendíssimo Katsuiti Watanabe fazia uma reunião e dizia:
“- Meishu-Sama precisa acabar de construir o Solo Sagrado, por favor se esforcem, que serão protegidos e abençoados.”

Uma senhora missionária, nesse dia passou por uma grande vergonha. Ela ficara viúva e sempre dizia que estava passando dificuldades financeiras e por isso nada podia doar. Nesse dia, quando ela repetiu a mesma coisa, seu marido incorporou e disse:
“- Pare de mentir! Você recebe o meu seguro de vida e está muito bem! Fui eu que deixei para você, use a metade para me tirar do inferno. Dependo disso, pare de ser egoísta. Para não vir para onde estou.”
Depois dessa grande vergonha, ela obedeceu e fez o que ele mandou, após pedir perdão a todos.

No ensinamento “Dedicação monetária e a eliminação dos pecados”, Meishu-Sama diz o seguinte:

“Todos os fiéis possuem, espiritualmente, bastante dívidas. Não só da própria pessoa, mas dos antepassados também. Isto é, essa dívida significa máculas. Através de inúmeros sofrimentos – como a doença – a dívida está sendo diminuída. Por isso, há o seguinte ensinamento da religião Oomoto:
‘Todos possuem bastantes máculas. Portanto, saldem as dívidas o mais rápido possível.’
Logo, fazer dedicação monetária, significa diminuir na mesma proporção o pecado. Desde que não forcem a situação, é melhor que façam o máximo que puderem, pois a mácula será resgatada rapidamente. Procedendo assim, na mesma proporção o sofrimento diminui e, por outro lado, os méritos aumentam."

O Presidente também nos orientou:
“- Quando cultuamos bem os nossos antepassados, além deles receberem muita Luz, alimentos, ficam felizes duplamente por poderem ajudar àqueles que estão precisando...”

Portanto, se sabemos disso tudo, se sabemos que vamos cultuar anualmente nossos antepassados, deveríamos nos preparar para isso.
Exemplo: Tenho “poupança dos antepassados”. É como se me preparasse, juntasse e oferecesse a eles um banquete todo ano. Os senhores entenderam?

Meishu-Sama também nos orienta que o tamanho da dívida é proporcional ao tamanho da graça recebida.

Por isso, os responsáveis de Johrei Center são fiscais da graça. Quando um membro ou frequentador recebe graça, precisa relatar e ser orientado um a um para agradecer proporcionalmente, senão fica em dívida e repurifica pela ingratidão.

Meishu-Sama nos orientou sobre a necessidade de se espiritualizar os nossos bens materiais, agradecendo de acordo com a permissão que recebe. Muitas pessoas estão perdendo o que já haviam conseguido. Por quê?

Exemplo: Exemplificando com o cultuar antepassados, quando se preenche o formulário para cultuá-los, é como se estivéssemos preenchendo um cheque. Materialmente o fundo do cheque é o dinheiro, mas, espiritualmente o que dá lastro à solicitação são as práticas da fé (Johrei, encaminhamento, donativo, culto).

É como comida oferecida no Mitamaya, sem sentimento eles não comem.
Na inauguração do Solo Sagrado, por exemplo, tivemos antepassados que não puderam entrar, tendo em vista os seus descendentes não terem lastro para gerar permissão.
Resumindo, cultuar é a soma de agradecer + acumular virtudes.

Para saber se nossos antepassados estão bem ou não, podemos ver também pelo nosso lar. Se há harmonia no lar, significa que eles estão felizes. Se eles estão felizes, estamos em harmonia no nosso lar.

A importância do Sorei-Saishi:

Inscrever os nossos antepassados no Sorei-Saishi significa deixa-los servir como membros no mundo espiritual. Significa também que o espírito assentado pelo Sorei-Saishi ganha divindade que vai lhe orientar no mundo espiritual.

Por isso, quem não tem Sorei-Saishi precisa gerar essa permissão para seus ancestrais, o quanto antes.
E quem está com seu Sorei-Saishi inativo, precisa urgentemente torná-lo ativo.
E se fez Sorei-Saishi mas não acumulou virtudes – acendeu a “chama da salvação” – mas não levou Luz para eles pela prática de virtudes, significa que está mexendo com o mundo espiritual, dando esperança e não fazendo a sua parte.

Exemplo: Mesmo um presidiário ou uma comunidade carente, se chega alguém dizendo que vai cuidar e não cuida, receberá ódio.

Diferença entre o Culto Especial aos Antepassados no Solo Sagrado e Prece Especial para os Antepassados

No Solo Sagrado, assentam no altar para o Culto Especial aos Antepassados, aqueles que estão relacionados no Sorei-Saishi (pelo tronco ou individualmente).

Prece Especial aos Antepassados – Dia 02 de novembro – no altar do Johrei Center – É um pedido a Deus que envie muita Luz aos antepassados que possuem Sorei-Saishi e aqueles que não o possuem (dos membros que não fizeram Sorei-Saishi ou o deixaram inativo; dos antepassados dos frequentadores).

Então, que os membros pudessem levar Luz aos seus antepassados pelo Sorei-Saishi e pela prece especial; pudessem cultuar seus amigos através da prece especial e dessem oportunidade aos freqüentadores de levarem Luz a seus antepassados, cultuando-os (Formulário de Pedido de Prece Especial aos Antepassados) e participando do Culto. No final, vou explicar melhor.

O Presidente também nos orientou:

“- Não podemos esquecer que cada um de nós, assim como todos os nossos antepassados, já estivemos no mundo espiritual várias vezes, onde fizemos aprimoramentos e já reencarnamos no mundo material por diversas vezes.
Portanto, há uma grande possibilidade de já nos termos encontrado em alguma das nossas encarnações. Podemos ter sido irmãos, pais e filhos, ou então, vivemos algum tipo de romance, tivemos algum relacionamento envolvendo ódio ou intrigas. Nada disso é impossível ter acontecido.”

O Reverendíssimo nos conta o seguinte caso:

“- Uma família de cinco pessoas vivia tranquilamente em uma cidade do interior. Até que um dia aconteceu uma tragédia. A família era composta pelo casal, um filho e duas filhas. Na manhã em que o rapaz completaria 21 anos de idade, ele se levantou, foi até a cozinha, pegou um facão e tentou esfaquear toda a família. Foi capturado pelos policiais, perambulando pela rua, totalmente fora de si. Depois que voltou à realidade, ficou se lamentando: - Não sei por quê fiz aquilo.

Este jovem era conhecido por ser muito amável, gentil, inteligente, enfim, uma ótima pessoa. Sua família também era muito afável e o lar era considerado perfeito. Foi um acontecimento sinistro, que confundiu todas as pessoas; nem o próprio rapaz nem a polícia entenderam o motivo daquele ataque de histeria.
Por mais que o rapaz fosse submetido a testes psiquiátricos, não era encontrada nenhuma anomalia. Finalmente buscaram a parapsicologia, induzindo-o a uma regressão, através da hipnose. Durante o estado hipnótico, fizeram com que ele se reportasse a muitas gerações passadas e explicasse o que via. O que ele contou foi surpreendente:
Há 600 anos, na Idade Média, ele era o filho mais velho de uma família da nobreza européia e recebeu uma grande herança de seu pai. No dia do seu 20º aniversário, quatro parentes seus, que alimentavam uma grande inveja por ele, mataram-no à facadas, dividindo a herança. Esses quatro parentes que o mataram, reencarnaram no mundo material como seus pais e irmãos. Na manhã de seu aniversário, a lembrança de 600 anos atrás ressurgiu em seu subconsciente e ele decidiu matá-los antes de ser morto. Assim, privado de consciência, tentou matar toda família com um facão. Numa sessão espírita, constatou-se a mesma história, o que deu maior veracidade ao fato.
Entretanto, mesmo conhecendo esses dados o juiz não pôde dar o veredicto baseado somente neles e parece que sofreu muito para proferir a sentença.”

Nidai-Sama também nos orientou sobre esse assunto:
“- Quando o ser humano é concebido, o corpo espiritual que vai reencarnar, sofre uma brusca diminuição de tamanho e, neste momento, toda sua memória é apagada para então nascer como um bebê com “memória limpa”. O fato de nascer sem se lembrar do que viveu em outras vidas é um grande privilégio do ser humano e uma das maiores bênçãos que Deus nos concede. Se nascêssemos com a lembrança do que vivemos na vida passada, não conseguiríamos viver tranqüilamente. Seria muito difícil conviver com alguém que foi seu inimigo na vida passada, ou ainda, ter como filho alguém que, anteriormente, foi seu namorado.” (o espiritismo denomina essa dádiva de “véu do esquecimento”).

E Nidai-Sama ainda acrescenta o seguinte:
“- Nessa vida em que temos a permissão de viver com um corpo material, devemos amar uns aos outros, ser solidários, ser imparciais com os amigos e com os inimigos, e assim, sem perceber, exterminar a origem do mal, fortalecendo o bem. Isto significa transformar o mal em bem.”

O Presidente completa esse assunto:
“- Podemos dizer que as pessoas que estão à nossa volta, são todas nossos antepassados. Por isso, se realmente quisermos servir aos nossos antepassados, devemos ser gentis e simpáticos com todos aqueles com quem nos encontramos, transmitindo-lhes nosso amor. E é dessa forma servindo às outras pessoas, que conseguiremos alcançar nossa felicidade. Os senhores compreenderam bem?

Nós que nos tornamos Messiânicos, temos que trabalhar também para quebrar as diferenças e desarmonia que existe em nossa família. Primeiro não tomando partido e segundo trabalhando para harmonizar a todos. Isso é o que os nossos antepassados esperam de nós como membros.

Precisamos sair do egoísmo de só pensarmos em nós e na nossa família e criar a permissão de muitas pessoas poderem levar Luz a seus antepassados. Essa é uma oportunidade única de apresentarmos 30.000 pessoas a Deus e Meishu-Sama e de levar Luz para milhares de antepassados. Basta cada membro conseguir convidar, orientar e trazer um.

Para tanto, estamos passando uma tarefa, uma missão para os Senhores.:

Tarefas para os missionários e membros

Tarefas para os missionários praticarem e levarem os membros a também fazê-lo:

Não deixar seu Sorei-Saishi inativo;

Preencher formulário de Prece Especial aos Antepassados, principalmente com o nome dos espíritos dos amigos e parentes que não estão no Sorei-Saishi. Naturalmente pode colocar também os dos que estão;

Que cada missionário e membro possa levar pessoalmente o convite para quem não é membro participar da Prece Especial aos Antepassados, no dia 02 de novembro, cultuando e levando Luz a seus ancestrais;

Que cada membro consiga trazer um não-membro, apresentá-lo no altar à Deus e Meishu-Sama, criando permissão para ele levar Luz a seus antepassados (se não puder trazê-lo pessoalmente buscar outra opção sem perder a intenção);

(Confeccionamos 30.000 formulários; 30.000 envelopes e 30.000 convites, com esse objetivo).
Obs.: O formulário do não-membro será o de letras azuis e é preciso receber/colocar no altar.

O que objetivamos com isso?

Apresentar 30.000 pessoas a Deus e Meishu-Sama no dia 02 de novembro; levar Luz aos Antepassados dessas pessoas, para poder oferecer a Meishu-Sama no seu natalício – 23 de dezembro – uma grande colheita, uma grande outorga, como uma das formas de materializar a nossa gratidão por termos permissão de ser messiânicos.

“Se quer salvar a sua família, dedique na salvação das famílias da humanidade, que como recompensa a sua será salva.”

Precisamos evoluir do amor individual para o grupal e deste para o amor pela humanidade. Enquanto só está preocupado com a sua família ainda é amor Shojo.

O Reverendíssimo Watanabe um dia nos orientou, que quando morrermos poderemos ter três tipos de choro:
- de gratidão, sabendo que fizemos boas ações.
- de apego.
- de arrependimento, pelo que deixamos de fazer.

Olhando a fisionomia do falecido e o nível do choro da família dá para saber.

Existe um poema que diz:

“Quando nasceste todos sorriam, só tu choravas.
Vive de maneira tal, que ao morreres todos chorem
Só tu sorrias.”

O homem nasce e renasce para compreender sua missão.
Dentro de sua própria vida, ele precisa treinar, renascer muitas e muitas vezes, deixando morrer suas fraquezas, suas impurezas e angústias, quebrando “suas cascas”, procurando a sua renovação, promovendo o seu renascimento a cada dia. E a melhor forma do homem “tirar a casca” é fazer algo que não gosta de fazer, por alguém.

Gostaria de encerrar minhas palavras, citando José de Alencar, mostrando a importância do nosso Sonen grande, forte e constante; nosso esforço e decisão para cumprir as tarefas que acabamos de receber:

“- O poder nasce do querer. Sempre que o homem aplique a veemência e perseverante energia de sua alma a um fim, vencerá os obstáculos e, se não atingir o alvo, fará pelo menos, coisas admiráveis.”

Vamos aproveitar a oportunidade de receber Luz maior, gerando permissão para o encaminhamento de outras pessoas.

Muito obrigado.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A VIRTUDE OSTENSIVA NÃO É A VERDADEIRA VIRTUDE. A VIRTUDE OCULTA, SIM, COMUNICA-SE COM DEUS.


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(…) Praticar ações úteis ao próximo e ao mundo torna-se virtude. Somar virtude significa praticar inúmeras vezes essas ações. A melhor maneira de cultivar a virtude é ministrar Johrei e conduzir pessoas à fé messiânica. Dar esmolas e fazer caridade é temporário, não é duradouro. Por isso, não há forma melhor de somar virtude do que ingressar na fé que salva o próximo para sempre. Aquele que soma virtudes, receberá a gratidão de um grande número de pessoas. A luz proveniente da gratidão, tornando-se um nutriente, fortalece o espírito. Numa oração xintoísta se diz: “Mitama no fuyu o sakihae tamae” (“Multiplicai a felicidade da alma”). “Fuyu” significa “multiplicar” e “fortalecer”. Se o espírito se fortalece, sua luz aumenta e, consequentemente, ele sobe de nível nas camadas do Mundo Espiritual; ao mesmo tempo, a felicidade e as boas coisas aumentam.

A virtude oculta é a prática de boas ações sem que outras pessoas o saibam. Geralmente, nos templos xintoístas, existem tabuletas onde se coloca o valor das contribuições. Aquilo que se torna público é virtude ostensiva. Quando o fato é do conhecimento das pessoas, o benfeitor já receberá a recompensa merecida, mas quando não é, Deus é quem concede a recompensa. Assim, tratando-se de virtude, a oculta é bem melhor. No entanto, o homem gosta de aparecer…

Devemos praticar boas ações fazendo o possível para que elas não sejam do conhecimento das outras pessoas. Se procedermos assim, Deus nos devolverá o bem multiplicado várias vezes. A soma de virtude oculta é algo surpreendente. As pessoas da atualidade não estão cientes disso e, por esse motivo, só praticam virtude ostensiva.

Meishu-Sama em 30 de julho de 1949

Extraído do livro O Pão Nosso de Cada Dia – pags. 323 e 324 (trechos)

A IMPORTÂNCIA DA BONDADE

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 “Bondade e Cortesia”. Tanto a bondade como a cortesia são qualidades importantíssimas, dignas de serem cultivadas por todo aquele que deseja ser simpático, agradável.

Antes de mais nada, vamos refletir sobre a bondade.

Quem se lembra da série de TV chamada “Professor Kinpachi”? A música‐ tema, “Okuru kotoba”, tornou‐se um “hino” muito executado em formaturas. Eu até poderia cantá‐lo para os senhores, mas como sou desafinado, vou poupá‐los. [risos]

Na letra da música, existe a seguinte estrofe: “Quanto mais experiências árduas você vive, mais generoso e gentil para com os outros você se torna.” Tetsuya Takeda, o compositor, conta que foi influenciado pelas obras do escritor Osamu Dazai (1909‐1948).

Certa vez, Dazai escreveu numa carta para um amigo: “Refletindo sobre o ideograma yu (優), atentei para algo muito interessante. Ele tem o sentido de excelência, gentileza e bondade. Quando analisamos sua forma, porém, percebemos que este caractere constitui‐se de duas partes: uma representa pessoa (イ) e a outra, preocupar‐se, afligir‐se. A combinação de ambas, portanto, significa preocupar‐se com o outro." Dei‐me conta, então, que a sensibilidade para com a solidão, a tristeza e os sofrimentos alheios, esta sim, é o verdadeiro sentido de bondade e também a característica mais nobre de um ser humano.

Se existe alguém que se preocupa com as pessoas e que é profundamente sensível para com a solidão, a tristeza, o sofrimento, a dor e as angústias do ser humano e, portanto, dotado de verdadeira bondade, este alguém é Meishu‐Sama.

Por meio de nossas atitudes, vamos transmitir às pessoas ao nosso redor o profundo amor e bondade que recebemos de Meishu‐Sama e, assim, cumprir nossa missão como pioneiros da salvação!

O SIGNIFICADO DA CORTESIA

Gostaria de falar um pouco sobre a palavra “cortesia”, que, em japonês, se diz okuyukashi‐sa (奧床しさ). Atualmente, mesmo os japoneses encontram certa dificuldade em compreender o significado dessa palavra, olhando apenas seus ideogramas. Isto porque, apesar de a pronúncia não se ter alterado, ao longo da história, o caractere original, que tinha o sentido de ir ( 行), acabou sendo substituído pelo ideograma de assoalho (床).

Grafada com os ideogramas oku (奧), que quer dizer fundo ou a parte mais íntima, fundamental, essencial; e yu ( 行 ), do verbo yuku, que significa ir, a expressão okuyukashi‐sa (奧行かしさ, cortesia), literalmente, denotava desejo de ir a fundo. Aos poucos, ela passou a ser utilizada para expressar a atração e o desejo de conhecer e tocar aquilo que se encontra no interior, no âmago das coisas. Atualmente, um dos mais conceituados dicionários da língua japonesa, o Kojien, define o termo da seguinte maneira: 1) Vontade de conhecer. Vontade de olhar. Vontade de ouvir; 2) Que fascina por ser profundo. Que possui profunda consideração, solicitude e cortesia e, por este motivo, atrai.

O EXERCÍCIO PARA CORRIGIR OS VÍCIOS DA NOSSA PERSONALIDADE

Para cultivarmos a cortesia, o caminho mais curto é começar por reconhecer e corrigir em nós aquilo que é descortês. Atitudes agressivas, franqueza rude, exibicionismo, desejo de ser bem‐visto a todo custo, arrogância e prepotência são exemplos de características absolutamente contrárias à cortesia da qual estamos falando. Por este motivo, é muito importante cada um fazer, periodicamente, uma reflexão para verificar se esse tipo de vício de personalidade não se está manifestando no sentimento, postura, palavras e ações.

Contudo, é preciso saber que não conseguimos fazer tudo o que é preciso somente por meio do esforço humano. Ele é limitado. Para superar tal limitação, conforme Kyoshu‐Sama vem nos orientando, só há um caminho: sermos criados e educados por Deus e Meishu‐Sama. Dessa forma, tendo como sustentáculo o ensinamento “o esforço para consegui‐la [a perfeição] passo a passo deve ser a verdadeira atitude religiosa”¹ vamos, pacientemente, edificar o nosso ser.

VAMOS PRATICAR O JOHREI COM A MÁXIMA DEDICAÇÃO

Como os senhores sabem, no dia 5 de outubro, celebraremos um ano do retorno ao Mundo Espiritual do nosso querido reverendíssimo Tetsuo Watanabe, que liderou nossa Igreja por um longo período. Ele foi agraciado com um enorme desenvolvimento da Obra Divina, graças à ministração incansável e intensiva de Johrei, tornando‐se, assim como o pai, reverendíssimo Katsuiti Watanabe, um modelo de praticante de Johrei.

Tive o privilégio de acompanhar o reverendíssimo Katsuiti Watanabe em algumas viagens. À noite, independentemente do cansaço que, com certeza, estava sentindo, o reverendíssimo sempre se oferecia para ministrar‐me Johrei.

Vez ou outra, tocava meus ombros e costas com suas mãos, as quais sempre esquentavam bastante. Admirado, ficava pensando comigo mesmo: “O Johrei de um reverendo virtuoso é realmente incrível! Como a Luz é intensa!”

Por sua vez, o reverendíssimo Tetsuo Watanabe lançou os alicerces da difusão mundial no Brasil, nas Américas Central e do Sul, na Europa e na África. E uma característica comum a todos esses lugares é que, neles, o Johrei é praticado intensamente.

Contudo, isso não significa que, desde o início, ele sempre tenha sido agraciado com um grande desenvolvimento da Obra Divina. Mesmo no Brasil, quando estava fazendo a difusão pioneira lá, consta que o reverendíssimo Tetsuo Watanabe batia de porta em porta, tentando encontrar alguém que aceitasse receber Johrei e que, inúmeras vezes, bateram a porta em sua cara. Em outras, foi até insultado. Ainda assim, não desistiu e continuou oferecendo Johrei, até que, um dia, começaram a surgir pessoas que o aceitaram.

Quando ouvimos isso, pensamos que, a partir de então, tudo começou a entrar nos eixos. Mas não foi bem dessa maneira. Embora ministrasse muito Johrei, os milagres não aconteciam. Contudo, o fator tempo é fundamental. O reverendíssimo gostava de citar o exemplo do copo d’água: se continuarmos colocando água nele, chegará um momento em que, infalivelmente, ela alcançará a borda e, de uma vez só, começará a transbordar. Ele dizia que o mesmo acontece com relação ao Johrei. Ainda que não obtenhamos resultados imediatos, não podemos desistir, pois, se continuarmos levantando nossas mãos para ministrar Johrei ao maior número possível de pessoas, certamente, chegará o momento em que seremos agraciados com maravilhosas graças e milagres.

Hoje, é praticamente impossível enumerar todos os milagres alcançados com o Johrei no Brasil, na Tailândia, no continente africano, no Sri Lanka... Em todo o mundo, muitas pessoas estão realmente recebendo várias graças e milagres, que evidenciam a existência de Deus.

Sendo assim, desejo que todos os messiânicos pratiquem o Johrei com dedicação ainda maior. Afinal, quanto mais praticantes de Johrei existirem, mais milagres surgirão. Desse modo, os alicerces do desenvolvimento do trabalho missionário irão se edificando com solidez cada vez maior.

O reverendíssimo Tetsuo Watanabe sempre dizia: “No trabalho missionário, cuidar das pessoas, uma por uma, é uma regra fundamental.” E ainda: “Quem almeja o desenvolvimento, deve praticar o Johrei com a máxima dedicação!”. Seguindo este princípio básico, vamos estabelecer, por meio da assistência religiosa e do acompanhamento, laços firmes com cada pessoa da qual estivermos cuidando. Vamos também intensificar a ministração do Johrei.

Nossa Igreja vem sempre ressaltando a importância das práticas do sonen e do amor ao próximo, bem como a necessidade de sermos pessoas simpáticas e pioneiras da salvação. Contudo, é preciso estar ciente de que todas essas orientações estão profundamente relacionadas à ministração intensiva do Johrei.

A prática do sonen tem sentido, quando vai sendo aliada à ministração do Johrei, que, por si só, é a mais elevada manifestação de amor altruísta. Até porque, as pessoas nas quais os outros sentem confiança para pedir uma assistência nos momentos difíceis ou um conselho, são, invariavelmente, pessoas simpáticas, que estão sempre dispostas a levantar a mão para ministrar Johrei.

Para quem deseja ser um pioneiro da salvação, a prática contínua do Johrei é indispensável.

O reverendíssimo Watanabe costumava dizer, com base na experiência, que quando tentamos explicar demais o Johrei, fica mais difícil ministrá‐lo. Se ficarmos nos preocupando em, primeiramente, explicar a existência do Mundo Espiritual, a lei da precedência do espírito sobre a matéria, a transição da noite para o dia, para, só depois tentar ministrar Johrei, o outro pode simplesmente dizer: “Não, muito obrigado. Já basta.”

Se desejamos que alguém seja feliz, precisamos ouvi‐lo com atenção, simplificar as explicações e ministrar‐lhe Johrei. Afinal, quem salva e encaminha as pessoas à fé são Deus e Meishu‐Sama. A missão de nós, membros, é desempenhar o papel de ponte. O resultado daí por diante, devemos deixar nas mãos de Deus.

CONCLUSÃO

Nidai‐Sama nos ensinou que, se o sentimento de cada ser humano tornar‐se puro e aumentar o número de pessoas que reconhecem e aceitam Deus, surgirá, no local onde elas se reunirem, um modelo do Paraíso Terrestre; portanto, o mais importante, no momento, é reunir essas pessoas e ir ampliando o Paraíso Terrestre. É para isso que existe o Johrei. Ela também nos deixou a seguinte orientação: “Como sempre digo, devemos deixar de lado o pensamento limitado e, conscientes de que o Johrei é a melhor chave para a reconstrução do mundo, desejo que orem e se esforcem na sua prática.”² Dessa maneira, Nidai‐Sama nos ensina quão importante é o Johrei que liga as pessoas a Deus.

Tomando o culto de hoje como um novo começo, vamos, juntos, desejar renascer como verdadeiros filhos de Deus e nos empenhar na prática do Johrei, que une, o ser humano a Ele. Este é o compromisso que reafirmo junto a Deus e Meishu‐Sama.

Muito obrigado!

¹ Trecho do Ensinamento “Bom Senso”, Alicerce do Paraíso, Vol. 3, 8ª edição, p. 45.
² Nidai-Sama, “Coletânea A fonte da sabedoria”, volume Oração e Johrei.


domingo, 2 de agosto de 2015

JÁ PASSEI POR MUITAS ATRIBULAÇÕES. HOUVE MOMENTOS EM QUE ME VI SOB ÁGUAS ESCALDANTES E, OUTRAS VEZES, SOBRE TÊNUES CAMADAS DE GELO.


(…) Completar trinta e oito anos, para mim, foi também o meu segundo nascimento. A partir de então, inesperadamente, ingressei na vida religiosa e, pela primeira vez, soube da missão confiada a mim pelos Céus.

Após tornar-me religioso, passei por grandes sofrimentos, mas, por outro lado, também tive grandes alegrias. Tal como diz o ditado: “A tristeza e a alegria vêm alternadamente”. Assim, consegui percorrer até aqui a minha vida. Naturalmente, consegui alcançar o estado de ‘Kenshinjitsu’ (Estado de Suprema Iluminação Espiritual), que Sakyamuni atingiu aos setenta e dois anos, e pude conhecer a existência de Deus e dos mundos Divino, Espiritual e Material, o significado fundamental da vida e da morte, a tendência do mundo no passado, presente e futuro, o significado da vida, etc. Minha alegria foi algo imensurável.

(…) É do conhecimento de todos que, em princípio, os fundadores de religiões, desde os tempos antigos, têm manifestado muitos milagres. Eu, também, cheguei aos dias de hoje vivendo uma vida religiosa de contínuos milagres, extremamente misteriosos e profundos. Entretanto, desejo ressaltar, em especial, que, de acordo com os dados, comparando-me aos fundadores das religiões que até hoje surgiram, eu sou muito diferente em todos os sentidos.

Dentre eles, o ponto mais evidente é a inexistência de qualquer diferença entre mim e as pessoas comuns no que se refere à maneira de vida, e isto, as pessoas têm dito com frequência. Dessa maneira, tenho sempre como princípio o senso comum, talvez por detestar as condutas excêntricas. Também creio que não há pessoa de caráter tão multilateral como eu; ninguém que, apesar de ser religioso, tenha tanto interesse por quase todas as coisas da vida, tais como Política, Economia, Arte, Educação, etc.

Sinto que isso é realmente uma grande felicidade; portanto, é constante a minha gratidão a Deus. (…)

Meishu-Sama em 30 de dezembro de 1949

Extraído do Livro Pão Nosso de Cada Dia – Páginas 62 e 63 (trechos)

O DEUS DA SALVAÇÃO, HÁ TANTO TEMPO ESPERADO PELA HUMANIDADE, JÁ SE MANIFESTOU.


O que vem a ser Salvador do Mundo? Sem dúvida, como as próprias palavras dizem, é o santo e poderoso homem nascido com a grandiosa missão de salvar o mundo. Na realidade, desde a criação do gênero humano, ele jamais se manifestou. Gostaria de transmitir revelações sobre esse fato, e falar, sem subterfúgios de espécie alguma, a respeito da Obra Divina que estou realizando.

Vista pelo prisma da humanidade em geral, a atividade de salvação que eu realizo pode parecer uma ínfima parcela num milhão. Entretanto, pela situação atual, em que, gradativamente, dia a dia, mês a mês, aumenta o número de pessoas salvas, podemos imaginar a grandeza da escala da salvação, no futuro. Se digo que estou utilizando ativamente as forças invisíveis, as pessoas da atualidade, que recebem educação materialista, podem achar minhas palavras extremamente absurdas e me olhar como um embusteiro, pois lhes é muito difícil e demasiado utópico acreditar em algo que não podem ver. Tal incredulidade é compreensível; mas, se o que eu afirmo é uma realidade inegável e passível de comprovação, o que acontecerá? Creio que essa revelação provocará um grande impacto.

Através da minha força indireta, transmitida pelos membros, curam-se doenças graves, consideradas sem esperança, e as pessoas se recuperam definitivamente, livrando-se do destino da morte. Há vários exemplos de pessoas que se tornaram saudáveis e estão ativas. Hoje, já são milhares e milhares; tantas, que até perdi a conta.

(…) Através de documentos e vestígios que remontam aos primórdios da história da humanidade, sabe-se do aparecimento de grandes religiosos e homens santos, mas não há termos de comparação entre o que eles realizaram e a obra que eu estou realizando.

(…) Originariamente, jamais pretendi tornar-me um grande santo ou Messias. Nunca pensei em mim nesses termos. No entanto, por sentir intenso amor pela humanidade desde jovem, eu pensava muito em me tornar um religioso, para poder salvar amplamente o mundo. Ingressando no mundo religioso, após atingir certo grau de aprimoramento, recebi a revelação do Divino Espírito de Deus, e desde então, com o passar do tempo, vem ocorrendo uma sequência de fatos misteriosos.

(…)A transformação gradual do lar em Paraíso é um fato verídico, proclamado por inúmeros membros de forma unânime.

Sendo eu, como acabei de dizer, aquele que tem a missão de executar a misteriosa Obra Divina, creio ter recebido, na condição de representante de Deus, a proteção que me permite cumprir a grandiosa missão de salvar o mundo.

“Salvador do Mundo” por Meishu-Sama em 20 de novembro de 1950

Extraído do Livro Pão Nosso de Cada Dia – Páginas 54 a 56